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Local Guides agora podem compartilhar vídeos no Google Maps

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O Google anunciou que os “exploradores” do Local Guides agora podem compartilhar vídeos de até 10 segundos no Google Maps e ganhar pontos na plataforma.

“Os Local Guides agora podem adicionar vídeos a milhões de lugares no Google Maps. Seus clipes ajudarão os outros a explorar o mundo e decidir para onde ir. Você receberá sete pontos por vídeo”, publicou o Google.

Para adicionar um vídeo, pesquise e selecione um lugar no Google Maps e acesse a opção de “Adicionar uma foto”. Toque em “Câmera” e mantenha o botão do obturador pressionado por até 10 segundos.

A funcionalidade também permite que os usuários possam fazer o upload dos primeiros 30 segundos de um vídeo que já tenha sido gravado anteriormente.

Por enquanto, a novidade só está disponível para os Local Guides que usam o Android.

Google Cloud agora inclui o Brasil em suas regiões

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O Google agora conta com novas regiões em sua infra-estrutura do Google Cloud Platform, o Southamerica-East1, no Brasil, e Europe-West3, na Alemanha.

Apesar do buscador ter anunciado sua infra-estrutura de São Paulo como uma instalação futura em seu blog oficial, o serviço do Google já indica o mesmo como funcional e pronto para que os desenvolvedores possam construir aplicativos e armazenar dados.

Ao expandir o serviço para mais próximo dos usuários no mundo, o Google afirma ser capaz de reduzir a latência em até 50% para os usuários finais, ou seja, permitindo que o acesso a aplicação seja muito mais rápido.

Já para os clientes corporativos da ferramenta, a disponibilidade do Google Cloud no Brasil significa um importante diferencial técnico e, claro, uma vantagem competitiva que poderá resultar em mais negócios.

LG confirmada como fabricante do Google Pixel 2 XL

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Documentos publicados pela FCC (a “Anatel” americana), o Google Pixel 2 XL, que chega no próximo dia 04 de Outubro, será fabricado pela fabricante sul-coreana LG.

Os documentos não revelam nenhuma informação extra sobre a segunda geração do dispositivo do Google, mas confirma – de modo extraoficial – que a LG é quem irá produzir o aparelho para o buscador.

Droid Life, site especializado no Android, também divulgou uma publicação na qual identifica o número do modelo do Pixel 2 XL como sendo G011A. Já o Pixel 2, de fabricação da HTC, será G011C.

Com a fabricação nas mãos da LG, é possível que o Google Pixel 2 XL seja lançado em mais mercados, contando com a forte presença da marca no mundo e seus pontos de varejo.

Google Pixel 2 será anunciado em 04 de Outubro

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O Google começou uma campanha publicitária online e offline para divulgar que a segunda geração do dispositivo móvel Google Pixel será anunciada no dia 04 de Outubro.

No teaser lançado no YouTube, o Google procura atrair a atenção com algumas questões do dia-a-dia, enquanto estimula os espectadores a exigir mais de seus dispositivos, tanto em bateria, armazenamento, fotos e atualizações – todos os pontos fortes do Pixel.

Os últimos rumores apontam que o Google Pixel 2 será fabricado pela HTC e contará com tela sensível à pressão. O aparelho ainda poderia receber um processador Qualcomm Snapdragon 835 (ou 660), 4 GB de RAM e armazenamento de 64 GB.

No caso do Pixel 2 XL, a versão maior do Google Pixel, boatos sugerem que o dispositivo será fabricado pela LG.

Veja a campanha abaixo:

Outdoor:

Telas do iPhone X são feitas pela Samsung

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Enquanto o iPhone X é uma ótima notícia para o Android, a Samsung têm muitos motivos para desejar que a novidade da Apple seja um sucesso: ela é a responsável pelo fornecimento de telas OLED.

“A Samsung é o único fornecedor que pode produzir painéis OLED de alta qualidade que atendem aos requisitos da Apple. A marca possui uma participação de 89% no mercado de displays OLED”, diz o site SamMobile.

A fabricante sul-coreana cobra em torno de US$ 120-130 para a produção de um painel de OLED para o iPhone X. Um valor alto que pode ter contribuído para a etiqueta de US$ 1.000 do novo telefone.

Além de manter uma forte concorrência com o Galaxy S8 e Galaxy Note 8, a Samsung ainda garante seus cofres cheios com o dinheiro que vem das vendas do iPhone.

iPhone X é uma ótima novidade para o Android

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A Apple anunciou hoje a chegada do iPhone X, uma versão comemorativa de 10 anos do iPhone que traz um design com bordas finas e o fim do clássico botão Home.

O aparelho, que apresenta uma experiência de uso diferenciada, vai certamente tirar os usuários de suas zonas de conforto e exigir uma nova curva de aprendizagem.

Isso significa, na prática, que os fãs da Apple terão de reaprender a como interagir com o dispositivo. A última vez que isso aconteceu foi no próprio lançamento do iPhone em 2007.

É claro que a Apple sabe disto. Para evitar que os usuários busquem a concorrência, 5 modelos de iPhones serão mantidos no mercado para um “controle de danos” – caso o iPhone X não seja um sucesso.

Botão Home e Design

Muitos usuários vão sentir a falta do botão Home e isso, com certeza, é um ponto a favor das fabricantes do Android que podem aproveitar o momento para atrair estes consumidores.

Em questão de navegação, os botões virtuais do Android, ou mesmo o botão multifunção da Motorola, são opções mais intuitivos que os gestos incorporados ao iPhone X – à primeira vista, lembram aqueles gestos ocultos do Snapchat.

O design também é um outro ponto a favor do Android, pelo menos em modelos como o Galaxy S8 e LG G6. Estes aparelhos trazem um design sofisticado, bordas finas (na medida para segurar o aparelho na lateral) e sem qualquer recorte em duas grandes telas.

A tela completa também permite que jogos e vídeos sejam executados em modo full screen sem causar qualquer TOC, ou qualquer outro distúrbio visual, que possa atrair a atenção do usuário sem necessidade.

Ponto de contato

Enquanto a Apple busca entender se o iPhone X é realmente o futuro do iPhone, Tim Cook acabou por dar ao Google e as fabricantes parceiras a possibilidade de conquistar novos clientes, principalmente aqueles que estejam abertos a conhecer novos dispositivos.

Isso dificilmente ocorreria se a Maçã tivesse seguido lançamentos incrementais, que procuram manter seus clientes sempre habituados a sua plataforma, sem causar mudanças drásticas na experiência ou usabilidade.

Samsung planeja Android dobrável em 2018

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De acordo com a Associated Press, a Samsung tem planos de lançar um dispositivo Android dobrável em 2018 e este poderia ser o sucessor do Galaxy Note 8.

Koh Dong-Jin, presidente da Samsung Electronics, disse que a empresa tem interesse em lançar um telefone com uma tela flexível no próximo ano e que está trabalhando para superar alguns problemas atuais.

“Como chefe de negócio, posso dizer que nosso objetivo atual é o próximo ano”, disse ele a repórteres. “Assim que superarmos alguns problemas, com certeza, vamos lançar o produto”.

Koh também confirmou que a Samsung está trabalhando em um alto-falante inteligente para concorrer com o Google Home, que virá equipado com a assistente virtual Bixby.

Google Dashboard vai estrear nova interface

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A última vez que falamos sobre o Google Dashboard foi em 2009. Passado 8 anos, o serviço continua exatamente o mesmo, incluindo a antiga interface com o menu preto no topo da tela (para quem acessa via celular).

Enfim, o buscador anunciou que a ferramenta irá passar por uma renovação para que os usuários consigam visualizar mais facilmente os dados pessoais que estão armazenados em seus servidores por meio de dispositivos móveis.

“Estamos anunciando uma atualização do Google Dashboard, um dos primeiros lugares que as pessoas visitam para ver os produtos que elas usam e os dados associados a eles”, publicou a empresa.

Você pode ter uma ideia da nova interface abaixo:

“Trabalhamos também para facilitar a visualização dos produtos Google que você usa e seus dados em cada um deles. E fizemos o processo de download de dados muito mais fácil”.

O novo Google Dashboard será disponibilizado para todos nos próximos dias.

Google Pixel ganha suporte a HDR por software

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No último final de semana, o Google a disponibilidade de vídeos HDR do YouTube no Android e algo chamou a nossa atenção: o Google Pixel recebeu a novidade mesmo sem hardware certificado HDR.

Para esclarecer este assunto, a gigante de Mountain View divulgou uma nota para a imprensa explicando como isso foi possível:

“Estamos usando um descodificador de software altamente otimizado e um stack de renderização personalizado para conseguir estender o suporte para os dispositivos Pixel. A próxima geração de dispositivos com aceleração de hardware será ainda melhor”, diz a empresa.

Isso quer dizer que o Google Pixel é capaz de suportar somente vídeos HDR do YouTube, por se tratar de um código específico para seu próprio serviço de vídeos.

A nota também deixa entender (e já antecipa) que a próxima geração vai trazer suporte a HDR por meio de hardware.

YouTubers são o paraíso e o inferno do Google

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Enquanto o Google celebra a forte presença dos YouTubers entre as personalidades mais influente do Brasil e, claro, em muitos outros países do mundo, estas pessoas podem colocar a imagem do buscador em risco.

Sem qualquer controle (por parte de Mountain View ou assessoria), muitas destas personalidades digitais têm desgastado suas vozes e público sem qualquer planejamento.

A prudência, para evitar danos que possam comprometer suas carreiras, também tem sido inexistente na maioria dos casos – as crises na mídia estão se tornando frequentes nos últimos tempos.

É o caso do PewDiePie, o maior YouTuber do mundo, com mais de 57 milhões de inscritos. Durante uma live do jogo PlayerUnknown’s Battlegrounds, ele usou palavras racistas para xingar um outro jogador.

O fato, como esperado, está correndo pela mídia americana. O TechCrunch, um dos maiores blogs de tecnologia, declarou em sua publicação que “não há desculpas para o racismo”.

Em fevereiro deste ano, PewDiePie já havia perdido contratos com o YouTube Red e Disney após publicar nove vídeos que continham clipes anti-semitas e imagens nazistas.

O YouTube – que luta para mostrar ao mercado publicitário que o serviço “vai muito além dos jovens” – precisa urgentemente encontrar uma forma de tornar sua plataforma mais segura.

Mesmo que, em alguns casos, isto signifique a remoção de canais populares.

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