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Google e Facebook consomem 70% da publicidade digital nos EUA

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Enquanto Google e Facebook contam com 70% da indústria de publicidade digital de US$ 73 bilhões nos EUA, os jornais americanos alegam que seus balanços financeiros não tem fechado no positivo.

Com um olhar neste monstruoso market share das gigantes da internet que uma campanha, feita pela indústria jornalística News Media Alliance, espera obter dos legisladores federais uma forma de “proteger a imprensa livre”.

“(Facebook e Google) não empregam repórteres: eles não cavam os registros públicos para descobrir corrupção, enviam correspondentes para zonas de guerra ou participam de jogo noturnos para obter os destaques. Eles esperam que o setor de notícias economicamente espremido faça o trabalho para eles”, disse David Chavern, presidente e executivo-chefe da News Media Alliance.

Representantes do Google e Facebook negaram as acusações e afirmaram estar empenhados em “ajudar o jornalismo de qualidade”.

“Estamos empenhados em ajudar o jornalismo de qualidade a prosperar no Facebook. Estamos fazendo progressos através do nosso trabalho com editores de notícias e temos mais trabalho a fazer”, disse Campbell Brown, chefe de parcerias de notícias do Facebook.

O Google acrescentou que apoia a transição contínua da indústria das notícias para o digital.

“Queremos ajudar os editores de notícias a ter sucesso na transição para o digital. Nos últimos anos, construímos numerosos produtos e tecnologias especializadas, desenvolvidas especificamente para ajudar a distribuir, financiar e apoiar os jornais. Esta é uma prioridade e estamos profundamente empenhados em ajudar os editores com seus desafios e suas oportunidades”, disse um porta-voz do Google.

Gangnam Style não é mais o vídeo mais visto do YouTube

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É o fim de uma era para o rapper sul-coreano Psy e sua tão badalada música “Gangnam Style” – que chegou a quebrar o contador de views do YouTube em 2014.

“Nós nunca pensamos que um vídeo seria assistido em números maiores do que um inteiro de 32 bits [2,147,483,647 visualizações], mas isso foi antes de nós conhecermos o Psy”, afirmou o YouTube na época.

Após 5 anos no topo, o vídeo foi ultrapassado pelo clipe de Wiz Khalifa, “See You Again”, que faz um tributo a Paul Walker – ator de Velozes e Furiosos que morreu em 2013.

Entretanto, Khalifa não deve permanecer por muito tempo na liderança no YouTube.

Os 10 vídeos mais vistos do YouTube já contabilizam mais de 2 bilhões de views, e muitos deles estão com os números acelerados.

TOP 10 do YouTube (via BoingBoing):

  1. Wiz Khalifa, See You Again (ft Charlie Puth) – 2,895,373,709
  2. Psy, Gangnam Style – 2,894,426,475
  3. Justin Bieber, Sorry – 2,635,572,161
  4. Mark Ronson, Uptown Funk (ft Bruno Mars) – 2,550,545,717
  5. Luis Fonsi, Despacito (ft Daddy Yankee) – 2,482,502,747
  6. Taylor Swift, Shake It Off – 2,248,761,095
  7. Enrique Iglesias, Bailando – 2,232,756,228
  8. Maroon 5, Sugar – 2,150,365,635
  9. Katy Perry, Roar – 2,129,400,973
  10. Taylor Swift, Blank Space – 2,101,607,657

Google lança Backup e Sync para PC e Mac

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O Google liberou hoje sua nova ferramenta de backup que permite sincronizar arquivos com seu computador Mac ou Windows.

“Backup e Sync é um aplicativo para o seu Mac ou PC que faz o backup de arquivos e fotos com segurança no Google Drive e Google Fotos, para que elas não fiquem mais presas em seu computador e outros dispositivos”, diz o Google.

“Faça o upload de arquivos de qualquer pasta do seu computador, câmera e cartões SD e armazene tudo na nuvem. Encontre o conteúdo no Google Drive em qualquer smartphone, tablet ou computador”.

Além da sincronização, os usuários podem personalizar a forma como seus arquivos são excluídos e alterar as taxas de download ou upload para que sua conexão não seja sacrificada durante o processo.

Backup e Sync é gratuito e substitui as antigas ferramenta de backup do Google Drive e Google Photos.

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Orkut falso coloca seus dados em risco

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De tempos em tempos, a web se depara com o surgimento de clones do Orkut com a promessa de “nostalgia” ao explorar a marca da extinta rede social.

Com uso irregular da marca – de propriedade do Google – esses sites exploram a inocência dos usuários com o único intuito de roubar dados de acesso (ex: nome de usuário e senha) e, desta forma, a obtenção de informações pessoais.

A última tentativa vem sendo feito pelo endereço orkut.li que apresenta uma cópia fiel do extinto Orkut – além da interface similar a original, também possibilita a criação de perfis e comunidades.

Ao tentar acessar o site, o Google Chrome alerta para o perigo de navegar pelo site enganoso:

“Invasores em orkut.li podem levar você a fazer algo perigoso, como instalar software ou revelar suas informações pessoais (por exemplo, senhas, números de telefone ou cartões de crédito)”.

Muitas cópias

Em 2016, um site chamado Orkuti emergiu como a “versão brasileira” do Orkut.

Além do site, o Orkuti também contava com um app para Android que acabou sendo removido por violação de políticas de falsificação e identidade intelectual.

Se não bastasse isso, o autor ainda tentou tentou registrar a marca no INPI por meio de dois números de processo: 908401124 e 908401230.

O Orkuti permanece no ar. Assim como o E-Orkut e outras cópias ilegais que podem ser encontradas usando a pesquisa do próprio Google.

Google Brasil

O Google Brasil não faz qualquer comentário sobre a situação do Orkut, Orkuti ou E-Orkut, nem mesmo se tomará medidas para removê-los do ar.

Em 2016, uma nota foi enviada a imprensa após a remoção do Orkuti da loja de aplicativos do Google Play:

“Não comentamos sobre aplicativos específicos, mas podemos confirmar que as nossas políticas são feitas para oferecer a melhor experiência para usuários e desenvolvedores”, comunicou em nota.

LiquidSky permite jogar qualquer vídeo-game no Android

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LiquidSky, app lançado para Android, permite que você jogue qualquer jogo, em qualquer dispositivo Android, por meio da transmissão em nuvem.

O app oferece um computador virtual onde é possível baixar novos jogos e/ou acessar suas contas em lojas de jogos digitais, como Steam, Humble Bundle, GOG, Origin, Blizzard e outros.

“Basta abrir o aplicativo LiquidSky, criar uma conta, e seu dispositivo é transformado em um PC gamer com Windows”, diz os desenvolvedores.

“Desfrute de Fallout 4, Call of Duty, Witcher 3, Rocket League, e muito mais! Você não precisa mesmo de possuir um computador!”.

Para tirar melhor proveito do serviço, os autores recomendam que usuários utilizem controles/gamepads para melhor jogabilidade (como na imagem que ilustra este post).

Por enquanto, o LiquidSky está apenas disponível para os EUA, Canadá e países selecionados na Europa. Não há previsão para chegar ao Brasil.

Veja como funciona:

Waymo ensina carros autônomos a detectar veículos de emergência

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Waymo, empresa controlada pela Alphabet, está treinando suas minivans autônomas para que sejam capazes de reconhecer situações de emergência.

A ideia é que os veículos encostem nas rodovias ou cedam a passagem nos cruzamentos ao detectar a presença de ambulância ou caminhão dos bombeiros.

O sistema vem sendo testado com a ajuda da polícia e dos bombeiros do Arizona (EUA), ao trafegar com ambulâncias, viaturas e motocicletas próximos ao veículos autônomos.

Os testes tem sido feitos durante o dia e noite, permitindo que os sensores coletem o máximo de dados de todas as velocidades, distâncias e ângulos.

A Waymo também tem compilado uma vasta biblioteca de imagens e sons graças aos sensores atualizados de suas minivans, sendo possível até mesmo detectar de onde as sirenes estão vindo.

Os sensores também permitem que a tecnologia reconheça outros tipos de veículos de emergência, mesmo aqueles que, por ventura, sejam desconhecidos para o computador do carro.

“Este treinamento é a chave para detectar e responder de forma confiável aos veículos de emergência no Arizona e além”, disse a empresa em seu blog.

“Ao ensinar aos nossos carros esta capacidade avançada, estamos nos aproximando de trazer verdadeiramente a tecnologia de auto condução para o mundo”.

Este é o Google Pixel 2 XL?

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De acordo com o Android Police, este é certamente o Pixel XL 2017. É possível, todavia, que alguma alteração visual seja feita até seu lançamento no final do ano.

“Esta imagem é baseada em informações de fontes que consideramos extremamente confiáveis”, publicou o blog ao mencionar que este é o dispositivo conhecido como ‘taimen’, codinome do Pixel 2 XL.

A imagem mostra uma evolução drástica de design no projeto do Google Pixel ao adotar bordas mais finas e tela levemente curvada nas laterais – uma tendência que foi adotada pelas principais fabricantes.

A traseira é curvada como o modelo do ano passado, embora o sensor de impressão digital tenha sido colocado para fora da área de vidro.

Por dentro, os recentes rumores apontam que o Pixel 2 deverá contar com processador Qualcomm Snapdragon 835, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento.

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E aí, o que você achou?

Descanse em paz, Windows Phone!

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A Microsoft encerrou hoje o suporte para as todas as versões do Windows Phone.

Dispositivos existentes continuarão a funcionar, mas não deverão mais receber atualizações da gigante dos softwares.

A decisão desliga a história do Windows Phone 8.1 – quase 3 anos após a estreia em abril de 2014.

Lançado como uma resposta ao Android e iOS, o Windows Phone nunca decolou em vendas e nem mesmo ganhou o apoio de grandes desenvolvedores.

Mesmo após tentativas frustadas, a Microsoft não deve desistir de emplacar seu sistema operacional móvel.

Atualmente a empresa oferece o Windows 10 Mobile que conta com uma experiência complementar ao Windows 10 para desktops.

As vendas, entretanto, continuam em queda…

Google pode desativar AdSense em sites com pop-ups ou pop-unders

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O Google anunciou uma nova regra para o serviço do Google AdSense que proíbe o uso de seus anúncios em sites com com muitos pop-ups ou pop-unders.

De acordo com a gigante de Mountain View, não é permitido aos editores posicionarem os anúncios do Google em sites com mais de três pop-ups.

“Se forem exibidos pop-ups no site, eles não podem interferir na navegação do site, alterar as preferências do usuário, iniciar downloads ou distribuir vírus”, diz o buscador.

“Os editores não estão autorizados a colocar anúncios do Google em sites que contêm ou acionam pop-unders”.

Alem disso, é de responsabilidade do próprio site que nenhuma outra rede de anúncios ou afiliadas utilizem esses métodos para direcionar o tráfego para páginas que contêm o Google AdSense.

Google Earth ganha as primeiras histórias do Brasil

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O Google anunciou a introdução das primeiras histórias brasileiras no novo Google Earth que oferecem uma experiência interativa sobre a Amazônia.

De acordo com a empresa, são 11 histórias relacionadas a região amazônica que abordam diferentes aspectos da região amazônica, onde vivem 25 milhões de pessoas e oferece uma vasta diversidade cultural.

“As 11 histórias trazem uma experiência detalhada sobre a Amazônia, contemplando desafios e ameaças a esse ecossistema e, por consequência, de todo o planeta — algumas delas foram produzidas por Fernando Meirelles, um dos maiores diretores do Brasil”, publicou a empresa.

“Na seção Viajante, os povos da Amazônia compartilham suas vivências em um formato rico e interativo. É uma jornada profunda contada por meio de vídeo, mapas, áudio e realidade virtual em 360°, disponível hoje para desktops e dispositivos móveis”.

É possível ainda descobrir como é a produção de iguarias da floresta, como a castanha-do-pará e o açaí, e os esforços sustentáveis de comunidades da região.

Abaixo, as histórias disponíveis no Google Earth:

  • Eu sou Água: O volume de água que a floresta amazônica joga no ar percorre milhares de quilômetros, fazendo chover em toda área centro sul da América Latina. Entenda o processo de formação das chuvas que abastecem os reservatórios e irrigam as fazendas que produzem boa parte do alimento do mundo.
  • Eu sou Mudança: Após 40 anos de destruição desenfreada, Paragominas, no Pará, foi o primeiro município a adotar ações concretas para o controle do desmatamento e, hoje, trabalha para tornar-se a primeira cidade verde da região. Esta é a história da transformação de Paragominas.
  • Eu sou Alimento: A história dos produtos da floresta que alimentam não só os povos que vivem na região, mas também pessoas ao redor de todo o mundo. Fortalecer a cadeia de produtos alimentícios da Amazônia é uma das maneiras mais eficazes de manter a floresta em pé.
  • Eu sou Raiz: Há cem anos, a cultura dos Yawanawá quase se perdeu. Nos anos 1980, sua história mudou e a demarcação de seu território foi o primeiro passo. Esta é a história do povo Yawanawá e seus exemplos de empoderamento feminino e economia sustentável.
  • Eu sou Inovação: Os Paiter Suruí são formados por aproximadamente 1,5 mil integrantes que protegem 248.147 hectares de floresta entre Rondônia e Mato Grosso. Seu povo quase foi dizimado, mas encontrou na liderança de Chefe Almir Suruí o caminho para se fortalecer.
  • Eu sou Liberdade: A Amazônia brasileira é o lar de muitos quilombolas, descendentes de africanos escravizados. No Pará, fugindo da escravidão, eles estabeleceram suas comunidades e lutaram pelos seus direitos territoriais.
  • Eu sou Resistência: Os Tembé possuem uma história de resistência de 40 anos pelo direito à sua terra. Hoje, eles usam novas tecnologias para realizar a gestão e proteção do seu território, e garantir o futuro das próximas gerações.
  • Eu sou Resiliência: O desmatamento, o uso de agrotóxicos e as mudanças climáticas estão ameaçando os povos indígenas e as florestas do Xingu, a primeira grande terra indígena reconhecida no Brasil e, hoje, lar de 16 etnias.
  • Eu sou Aventura: Os Yanomami estão se preparando para levar turistas ao Pico da Neblina, em uma trilha de 36 km de caminhada pela floresta e que apresenta elevação que vai de 95 metros à 2.995 metros de altitude.
  • Eu sou Conhecimento: O povo Cinta Larga vive na Amazônia brasileira em um território demarcado de 2,7 milhões de hectares. Hoje, eles avançam na proteção de seu território por meio de seus projetos de educação.
  • Terras Indígenas: As Terras Indígenas representam cerca de 13,8% do território nacional e são essenciais para a sobrevivência dos povos e da conservação ambiental em todos os biomas brasileiros.

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