Blog Página 3

YouTube foi criado para ser um site de namoro

0

De acordo com o co-fundador do YouTube, Steve Chen, o YouTube foi criado em 2005 com o objetivo de ser um site de namoro .

Chen contou que o conceito inicial para o YouTube envolvia a inscrição de solteiros, com cada pessoa revelando quem eles eram, suas características e o que eles gostariam em um parceiro.

A interação, então, ocorreria entre os pombinhos aconteceria por meio do sistema de comentários.

“Pensamos que o namoro seria a escolha óbvia”, disse Chen.

O site chegou a oferecer US $ 20 para quem enviasse vídeos em 2005 como forma de impulsionar a plataforma.

“Nós até tínhamos um slogan para isso”, disse o outro co-fundador Jawed Karim. “Sintonize, conecte-se”.

Depois de cinco dias sem nenhum vídeo, os criadores decidiram por abrir a plataforma a qualquer vídeo, não mais restrito a namoro.

“Ok, esqueça o aspecto do namoro”, lembrou Chen. “Vamos abrir para qualquer vídeo”.

Um ano depois, em 2006, eles conseguiram US $ 1,65 bilhão do Google em um das aquisições mais importantes da história.

KeyBank adota Anthos do Google Cloud, para acelerar o processo de inovação

0

Anthos, solução multi-cloud do Google, foi utilizada pelo KeyBank, um dos maiores bancos regionais dos EUA, e mostra como a adoção dessas tecnologias podem alavancar a inovação e a segurança no mercado bancário. 

O KeyBank é o 13º maior banco dos EUA, com cerca de 1.100 caixas automáticos em operação, e 25 mil funcionários. Com  200 anos de mercado, e atuando em uma indústria em constante transformação, como a dos serviços financeiros, o KeyBank estava tendo dificuldades para lançar novos produtos e inovar para atender a demanda de seus clientes, por conta das barreiras para realizar integrações rápidas e eficientes entre os diversos fornecedores que fazem parte da sua infraestrutura tecnológica.

Neste contexto, o KeyBank teve acesso antecipado para experimentar o Anthos, solução que faz parte da Google Cloud Platform (GCP), que foi pensada para resolver exatamente o tipo de desafio que o banco enfrentava, já que permite que a empresa foque na inovação do produto, sem ter que se preocupar com a complexidade de gerenciar aplicativos entre vários ambientes e fornecedores.

“Estamos criando um novo tipo de banco para nossos clientes. O uso da GCP para nossa implantação híbrida será como ter centenas de desenvolvedores do Google trabalhando para criar a melhor plataforma para fornecer serviços bancários modernos a nossos clientes”, conta Keith Silvestri, diretor de tecnologia do KeyBank.

O Anthos permite que uma mesma empresa trabalhe com múltiplas nuvens de companhias diferentes. Por ser baseado no Kubernetes e em tecnologias de código aberto, desenvolvidas pelo Google, o produto traz o foco para a inovação e avança de forma mais rápida, sem comprometer a segurança dos dados dos usuários.

“O Anthos nos fornece a segurança de que precisamos, a portabilidade que desejamos e a produtividade que nossos desenvolvedores querem”, afirma Keith. Com a adoção, a companhia conseguiu aumentar sua quantidade de lançamentos para os usuários, graças a união dessas diversas nuvens separadas.

De acordo com João Bolonha, diretor de Google Cloud Brasil, a utilização de múltiplas nuvens representa uma grande mudança no mercado, o que irá permitir que as empresas se aproximem de uma comunicação integrada entre todos seus sistemas. “Com esse produto, que criamos a partir de padrões abertos, acreditamos que estamos construindo pontes em vez de muros. Alinhados à filosofia de código aberto do Google, que tem o sistema operacional móvel Android como um de nossos principais ativos. Acreditamos que esse passo será fundamental para tornar a nuvem ainda mais útil para empresas de todos os tamanhos”, afirma. O uso das múltiplas nuvens de forma simples e integrada com os sistemas existentes representa uma grande mudança no mercado. “Isso irá permitir que as empresas estejam mais próximas de um mundo no qual possam escrever uma aplicação uma única vez e o mesmo código funcione em qualquer lugar”, complementa.

Carta aberta da CEO de YouTube aos criadores de conteúdo

0

A CEO de YouTube, Susan Wojcicki, compartilhou carta destinada aos criadores de conteúdo sobre a atuação da empresa em reduzir o número de conteúdo ofensivo e reflete sobre a importância de ter uma plataforma aberta para criação e disseminação de conteúdo que permite à educação gratuita de milhões de pessoas em variadas áreas.

Olá criadores de conteúdo e artistas.

Como faço todo trimestre  (em inglês), quero refletir sobre minhas prioridades e sobre como ajudar vocês a ter sucesso no YouTube. Mas mais do que fazer nossa tradicional avaliação de pontos altos e baixos do trimestre, quero aproveitar para falar sobre uma coisa de extrema importância para mim e para o futuro do YouTube: como ter uma plataforma aberta e equilibrar isso com nossa responsabilidade de proteger a comunidade.

O YouTube foi criado sob a premissa de ser uma plataforma aberta. Com base nisso, criadores de conteúdo como vocês estão contribuindo para uma economia criativa próspera. Mas com essa abertura vêm os desafios, e é por isso que também temos nossas regras do jogo e que elas são atualizadas com frequência. A  política de discurso de ódio e a política de assédio (em inglês), que será lançada em breve, são nossas atualizações mais recentes. Em um lugar criado para muitas vozes diferentes, algumas delas poderão ultrapassar os limites. Pessoas mal-intencionadas tentarão explorar plataformas em benefício próprio, mesmo com nosso investimento em sistemas para impedi-las. Quanto mais problemas surgem, mais as autoridades, a imprensa e os especialistas questionam se uma plataforma aberta é algo útil ou até mesmo viável.

Mesmo assim, acredito que manter uma plataforma aberta é mais importante do que nunca.

Em primeiro lugar, essa abertura gera oportunidades. Os criadores de conteúdo de hoje são o que há de mais moderno na mídia. Eles não teriam tido a chance de se inserir em um cenário midiático mais restrito. Criadoras como a fã de robótica Simone Giertz e a vlogger de estilo de vida cega  Molly Burke, ambas com um apelo incomum e ignoradas pela mídia tradicional, estão tendo um enorme sucesso no YouTube ao gerenciar negócios, vender produtos, gerar empregos para outras pessoas e criar valor econômico real nas próprias comunidades. Ou criadoras de conteúdo como Laura Vitale, Sallys Welt e Helen’s Recipes, que transformaram a própria paixão por culinária em trabalho em tempo integral, com canais de sucesso, livros de receitas e muito mais. E elas não são as únicas. Segundo  um estudo da Universidade Ryerson (em inglês), criadores de conteúdo do YouTube geraram 28 mil empregos de período integral apenas no Canadá. Além disso, 20% dos criadores canadenses qualificados estão gerando emprego para outras pessoas. Em todo o mundo, milhares de canais estão ganhando mais de cem mil dólares por ano, um valor que continua subindo 40% ano a ano.

Em segundo lugar, a abertura estimula o apoio na comunidade. Em uma plataforma assim, uma experiência em comum pode unir as pessoas de maneiras surpreendentes. Por exemplo, a neozelandesa Ryleigh Hawkins criou o canal Tourettes Teen para gerar conscientização sobre como é viver com a síndrome de Tourette. Os vídeos informativos, alegres e bem-humorados conquistaram fãs em todo o mundo e permitiram que outras pessoas nessa condição, que pode levar ao isolamento, soubessem que não estão sozinhas. Adolescentes estão compartilhando vídeos em que mostram que  não foram aceitos na universidade (em inglês). Isso serve para lembrar que esse momento doloroso pode acontecer com todos e que é possível dar a volta por cima.

E, por último, a abertura leva ao aprendizado. Como filha de professor universitário e aluna durante toda a vida, ver Edutubers como  Origin of Everything, Manual do Mundo e Eddie Woo transformarem o YouTube na maior sala de aula do mundo me inspirou profundamente. Sempre que conheço alguém novo e pergunto sobre o YouTube, ouço uma história sobre algo aprendido no site: como o YouTube ajudou um estudante a ir bem na tarefa de matemática, uma mãe a consertar o portão da garagem ou um funcionário a aprender uma nova habilidade profissional.

Quero deixar claro que nada disso aconteceria sem abertura. Caso contrário, outra pessoa decidiria quem pode compartilhar a própria história, e as vozes ouvidas na plataforma seriam semelhantes a outras que já têm destaque. Aquela microempresa que surgiu porque alguém compartilha a própria paixão pela fabricação de sabonetes nunca decolaria. O adolescente que sofre bullying não encontraria uma comunidade com pessoas parecidas com ele e que mostre que vai ficar tudo bem. E aquela pessoa curiosa e fanática por astrofísica  que busca alguns vídeos sobre o tema provavelmente não encontraria nada.

O compromisso com a abertura não é fácil. Às vezes, significa manter conteúdo pouco comum, polêmico ou até ofensivo. Mas acredito que ter uma ampla variedade de perspectivas acaba nos tornando uma sociedade mais forte e mais informada, mesmo que discordemos completamente de algumas dessas visões. Boa parte do nosso trabalho em proteger essa transparência não está apenas nas diretrizes que proporcionam diversidade de expressão, mas nas ações que estamos tomando para garantir uma comunidade responsável. Já disse muitas vezes  (em inglês) neste ano que esta é minha prioridade número um. Uma abordagem responsável no gerenciamento do que está na plataforma protege nossos usuários e criadores de conteúdo como vocês. Isso também significa que podemos continuar a promover todas as coisas boas que vêm de uma plataforma aberta.

O conteúdo problemático representa menos de um por cento do conteúdo do YouTube. Mas essa quantidade muito pequena tem um impacto extremamente grande, tanto no dano potencial para nossos usuários quanto na perda de confiança no modelo aberto que permitiu o surgimento dessa comunidade criativa. Existe uma teoria que diz que hesitamos em tomar medidas com relação ao conteúdo problemático porque ele nos daria benefícios comerciais. Isso é completamente falso. Na realidade, em longo prazo, o custo de não tomar as medidas necessárias é a perda da confiança dos usuários, anunciantes e de vocês, nossos criadores de conteúdo. Queremos merecer essa confiança.

É por isso que, nos últimos anos, investimos significativamente nas equipes e nos sistemas que protegem o YouTube. Nossa abordagem em relação à responsabilidade envolve quatro “Rs”:

  • Nós REMOVEMOS conteúdo que viola nossas políticas o mais rápido possível. E estamos sempre buscando tornar nossas políticas mais claras e efetivas, como no caso de pegadinhas e desafios, segurança infantil e discurso de ódio (em inglês) apenas neste ano. Fico feliz que vocês nos informam quando nossas políticas não estão funcionando para a comunidade de criadores. Recebemos o feedback claro de que o assédio entre criadores é um ponto que precisa de atenção. Eu disse na minha carta anterior (em inglês) que analisaríamos a questão. Teremos novidades nos próximos meses.
  • Nós RECOMENDAMOS vozes confiáveis quando as pessoas buscam notícias e informações, especialmente quando se trata das últimas notícias.
  • Nós REDUZIMOS a disseminação de conteúdo que está no limite da conformidade com nossas políticas. Nos EUA, onde já  fizemos mudanças (em inglês) nas recomendações no começo deste ano, observamos uma queda de 50% nas visualizações originadas das recomendações para esses vídeos. Isso significa que o conteúdo de qualidade tem mais chance de ganhar destaque. Também começamos a testar essa alteração no Reino Unido, Irlanda, África do Sul e em outros mercados de língua inglesa. 
  • Por fim, definimos  critérios mais rigorosos para os canais que podem gerar receita no site, RECOMPENSANDO criadores qualificados e confiáveis. Nem todo conteúdo permitido no YouTube corresponderá ao que os anunciantes consideram adequado para a marca. No entanto, precisamos garantir que eles fiquem tranquilos com o local de exibição dos anúncios. É também por isso que  estamos possibilitando novas fontes de receita para criadores (em inglês), como o Super Chat e os Clubes dos canais. Milhares de canais passaram a ganhar mais que o dobro da própria receita total no YouTube usando essas novas ferramentas, além da publicidade.

As histórias que criadores de conteúdo como vocês contam me inspiram todos os dias. A comunidade que vocês criaram é a prova viva de que uma Internet que reúne ideias diferentes pode mudar o mundo para melhor. Vocês criaram algo incrível. É nosso trabalho encontrar o equilíbrio ideal entre abertura e responsabilidade para que as futuras gerações de criadores de conteúdo e usuários garantam o futuro da plataforma.

Susan Wojcicki

Identificado malware espião no Google Play

0

A ESET anunciou ter descoberta de um primeiro spyware criado a partir da ferramenta espiã de código aberto AhMyth, que não havia sido detectado pelo processo de verificação de segurança dos aplicativos do Google.

O app malicioso, chamado Radio Balouch, também conhecido como RB Music, funcionava como um transmissor de rádio e tinha todos os seus recursos funcionais.

No entanto, segundo a ESET, o aplicativo continha uma funcionalidade oculta que roubava dados pessoais de seus usuários.

A ESET identificou duas versões do aplicativo malicioso no Google Play em dois momentos diferentes e, em cada caso, ele apresentava mais de 100 instalações.

Após receberem alertas, o Google o removeu rapidamente de sua loja.

“Embora a recomendação para baixar aplicativos de fontes oficiais seja mantida, isso também não garante total segurança. Portanto, é recomendável que os usuários analisem cada aplicativo que pretendem instalar em seus dispositivos e não concedam permissões ou funções desnecessárias. Além disso, sempre use uma solução de segurança para o celular”, conclui Camilo Gutierrez, chefe do Laboratório de Pesquisa do ESET América Latina.

Deepfake AI pode dar vida a imagens estáticas

0

Um novo software orientado com inteligência artificial da Samsung pode criar imagens de vídeo de alguém usando apenas uma imagem estática.

A tecnologia, tecnicamente impressionante, é tão eficaz que pode produzir imagens em movimento convincentes de uma pessoa usando nada mais do que a fotografia de perfil do Facebook.

É até capaz de criar vídeos de pessoas retratadas em pinturas.

Embora os sistemas anteriores fossem capazes de fazer esse tipo, seu “aprendizado” exigia um grande número de imagens de uma pessoa.

Essa solução mais recente contorna esse requisito, sem precisar assistir milhares de vídeos para criar uma ideia de como um rosto se move.

Embora a tecnologia tenha usos legítimos no desenvolvimento de videogames e efeitos especiais de filmes, foram levantadas preocupações sobre a possibilidade de criar vídeos falsos de pessoas reais.

No futuro, indivíduos inescrupulosos poderão produzir vídeos forjados de políticos, celebridades ou mesmo a finalidade de vingança ou divulgação de notícias falsas.

É uma tecnologia que provavelmente precisará ser seriamente regulamentada.

Android 10 chega com nova identidade global

0

O Google anunciou esta semana que o Android, sistema operacional de código aberto do Google, traz uma nova identidade global e foco na inclusão digital.

Intitulada Android 10, edição comemorativa de 10 anos – desde que foi apresentada ao mercado, a nova geração da plataforma Android muda completamente a identidade global da marca.

Conhecido por adotar nomes de guloseimas seguindo a ordem alfabética para cada nova versão do sistema operacional, o Android passa a defender mais igualdade global e deixa as letras e sobremesas para trás, adotando em seu lugar os números.

“Com a missão de trazer o poder da computação para todos, por meio de uma plataforma aberta para o setor de dispositivos móveis, a abertura do Android possibilitou um amplo ecossistema de inovação, ampliando os limites de hardware e software”, disse o Google.

“Permitindo que os desenvolvedores alcançassem bilhões de usuários com novas experiências. Na última década, isso se expandiu além dos telefones para tablets, carros, relógios, TVs e muito mais”. 

Mascote de cara nova e cheio de inovação

Em 2014, a marca do Android foi alterada e a cor verde ganhou tom mais escuro inspirado em seu mascote, o robô Android. Uma novidade no Android 10: a paleta de cores traz diferentes combinações de alto contraste para melhor atender às pessoas com deficiências visuais.

Usuários Android no Mundo

Recentemente, o Android anunciou que a marca alimenta 2,5 bilhões de dispositivos ativos globalmente.

O sistema operacional, em todo o mundo, foi construído com equipes espalhadas pelos EUA, Europa e Ásia, dentre outros.

A missão do Android é trazer o poder da computação para todos por meio de uma plataforma aberta para o setor de dispositivos móveis.

Essa plataforma permitiu um amplo ecossistema de inovação, ampliando os limites de hardware e software e permitindo que desenvolvedores alcançassem bilhões de usuários com novas experiências incríveis.

Brasil

Segundo o Google, o Brasil hoje possui um número maior de usuários Android que supera o mercado interno dos EUA.

O buscador também comentou que, caso o Android tivesse mantido seus tradicionais nomes de doces, a sobremesa brasileira “Quindim” teria competido para se tornar a co-marca do sistema operacional.

Mesmo com a alta popularidade do Android no Brasil, não há previsão para a chegada da linha Pixel ao país.

YouTube Premium e Music agora integrado ao Waze

0

O Google anunciou esta semana que os usuários do YouTube Premium e do Music Premium agora podem ouvir suas músicas favoritas diretamente no aplicativo do Waze.

“Os assinantes do YouTube Premium e do Music Premium podem ouvir com segurança suas músicas favoritas diretamente no aplicativo Waze, onde recebem as instruções”, publicou o Google.

“Todos os álbuns, listas de reprodução, mixagens personalizadas e muito mais que os fãs gostam de ouvir agora estão disponíveis com alguns toques rápidos enquanto navegam para onde precisam ir”.

Basta tocar no ícone de nota musical no Waze para selecionar o YouTube Music como seu aplicativo de áudio e comece a desfrutar do seu conteúdo de áudio diretamente do app de rotas.

Lens agora no Google Go

0

O Google anunciou que, a partir de hoje, o Google Go agora pode ser encontrado na Play Store em todo o planeta.

O app já estava disponível no Brasil e foi desenvolvido para os usuários que acessam a internet pela primeira vez ou navegam com conexões instáveis

A grande novidade é a chegada do Lens no Google Go. O recurso ajuda a ler ou traduzir textos impressos no mundo físico – basta usar a câmera do telefone.

O usuário pode abrir o Lens, apontar a câmera para o texto que deseja decifrar e então ouvir as palavras lidas em voz alta, traduzidas para um idioma de escolha ou ambas as coisas.

“Além disso, o Google Go oferece um recurso de leitura em voz alta, baseado em inteligência artificial (IA). É possível escutar qualquer página da rede”, diz a empresa.

“As palavras vão sendo destacadas à medida que são pronunciadas, de modo que o usuário pode acompanhar a leitura do texto”.

O Google Go foi projetado para usar menos armazenamento no celular: mesmo diante de uma conexão instável, o aparelho não perde velocidade. O aplicativo ocupa pouco mais de 7MB de memória, e não prejudica a rapidez do aparelho.

Caso você fique sem conexão, o Google Go é capaz de lembrar e recuperar os resultados da busca que você estava fazendo, quando o sinal voltar.

O Google Go está disponível em todo o mundo na Play Store, para todos os aparelhos Android que usem Lollipop ou versões posteriores.

Amazon pode lançar robô doméstico com AI

0

Rumores da indústria apontam que a Amazon planeja lançar um futuro robô doméstico em um futuro muito próximo.

Amazon Alexa, a assistente virtual da varejistra, atualmente reproduz música, ativa luzes, lê notícias e muitas outras funções, é um que atualmente disputam o domínio junto com o Google Home e o Apple HomePod.

Agora, no entanto, a Amazon tem o objetivo de levar essa tecnologia um passo adiante, implementando-a em um robô que pode não apenas responder a perguntas, mas também trabalhar autonomamente.

Codinome ‘Vesta’, o novo dispositivo está atualmente sendo desenvolvido pelo braço de pesquisa e desenvolvimento Lab126 da Amazon em Sunnyvale, Califórnia.

Segundo relatos, a marca pretendia revelar o robô no início deste ano, mas não estava pronto para a produção em massa e mais engenheiros já foram designados para ajudar a acelerar as coisas.

Há rumores de que o robô poderá navegar usando uma série de câmeras e poderá ser controlado usando apenas sua voz.

Embora não esteja claro quando exatamente quando Vesta estará disponível para compra no site da Amazon, ele não deverá ser o único a chegar nos próximo ano.

Galeria Go, do Google Fotos, organiza e edita suas fotos

0

Galeria Go: uma galeria de fotos projetada para trabalhar off-line que usa aprendizado de máquina para organizar e editar suas fotos automaticamente.

Com o aprendizado de máquina, o Galeria Go organiza automaticamente suas fotos de acordo com as pessoas e os objetos fotografados.

Não é necessário marcar manualmente as fotos, além disso, todas as funções são executadas no telefone sem usar seus dados. O Galeria Go funciona com cartões SD, facilitando a cópia delas para o telefone.

Ferramentas de edição fáceis de usar

Com o Galeria Go, é fácil obter imagens incríveis com apenas alguns toques. Use o aprimoramento automático para organizar instantaneamente. O usuário também pode escolher entre uma variedade de filtros, bem como girar e cortar facilmente as imagens.

Projetado para ser leve e usar off-line

O Galeria Go foi projetado para trabalhar off-line, para ajudar o usuário a gerenciar suas fotos usando menos dados. Com apenas 10 MB, o aplicativo não deixará o telefone lento e deixará espaço para armazenar mais lembranças.

O Galeria Go está disponível na Play Store para dispositivos com Android 8.1 (Oreo) ou superior. Embora o aplicativo esteja disponível em todo o mundo, alguns recursos, como o agrupamento de rostos, não estão disponíveis em todos os países.

Destaques