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Google muda sua marca na Austrália: Googz

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O Google anunciou a introdução de uma nova marca depois avaliar a “cultura popular e as tendências linguísticas na Austrália”.

Abreviaturas são a marca do inglês australiano e uma análise mais aprofundada mostra que os residentes estão promovendo uma evolução no dialeto.

McDonald’s, por exemplo, é atualmente conhecidos como “Maccas”, enquanto o Google é frequentemente chamado de “Googz”.

Além de seguir a identidade padrão do logotipo global, a Googz deu início a uma série de merchandising pela Google Store para comemorar nova identidade.

“No final, chegamos exatamente à mesma tipografia e paleta de cores, com um lindo ‘verde’ no ‘z’. Optamos pelo ‘z’ ao invés do ‘s’, pois o primeiro dava ótimos ângulos tipográficos para trabalhar”, disse a empresa.

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Google Files Go ganha detector de piadas ruins

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Files Go, o gerenciador inteligente de armazenamento que ajuda a remover aplicativos raramente usados, mídia duplicada e cache do seu Android, ganhou uma nova função que detecta “piadas muito ruins de amigos e familiares”.

“Hoje temos orgulho de apresentar o Bad Joke Detector. Usando uma rede neural profunda personalizada, o Files Go pode escanear seu smartphone com suas próprias permissões, identificar as paiadas ruins e excluir todos elas com um único toque, liberando espaço para coisas mais importantes – como melhores piadas!”, publicou a empresa.

Ainda, segundo o Google, o Files Go também consegue eliminar – de uma vez por todas – os registros daqueles frequentes “bom dia” em grupos de família.

Veja como funciona a novidade:

Google anuncia teclado físico do Gboard com swipe

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O Google Japão anunciou ter encontrado uma forma de unificar a experiência dos teclados físicos e virtuais ao trazer o swipe para a vida real.

O teclado físico do Gboard, que será lançado em breve, permite que os usuários possam deslizar o dedo em cima das teclas físicas e obter assim as letras desejadas.

“Com o Gboard Physical Handwriting Version, você não precisa saber como digitar. Simplesmente escreva caracteres diretamente no teclado, e a máquina de conversão registra sua entrada”, explicou a empresa.

“Graças a um modelo de aprendizado de máquina criado por dados de escrita manual. Agora você pode se expressar livremente com a ponta do seu dedo”.

Saiba mais no vídeo de demonstração abaixo:

Encontre o Wally no Google Maps

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Em celebração ao Dia da Mentira, o Google Maps incorporou uma nova função que é encontrar o personagem Wally por meio da ferramenta de “Compartilhar local”.

Quando você abrir o Google Maps em seu smartphone ou desktop, verá o Wally usando seu suéter vermelho e branco, acenando para você do lado esquerdo da tela.

Wally irá compartilhar sua localização com você durante os próximos dias e, pelo que parece, ele quer ser encontrado desta vez.

Ao todo, são 6 níveis em um tour pelo mundo, e outros desafios dentro dos mapas do serviço.

Google vai desativar serviço de encurtamento de URL goo.gl

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O Google anunciou que vai substituir seu serviço goo.gl, pelo Firebase Dynamic Links (FDL) a partir de 13 de abril.

As novas URLs inteligentes, criadas por meio do FDL, permitirão enviar os usuários para qualquer local em aplicativos iOS, Android ou da web.

“Como os links resistem ao processo de instalação, até os usuários novos podem continuar de onde pararam no site, sem perder nada”, explicou o Google.

Desta forma, você não poderá criar novos links curtos para goo.gl após o dia 13, mas os usuários existentes poderão gerencias as URLs existentes por meio do console goo.gl até março de 2019.

Depois disso, todos os links ainda funcionarão, mas não será capaz de acessar o console.

O Google sugere a criação de FDLS a partir de agora, ou usando outros serviços de encurtamento como Bitly e Ow.ly .

Imagem: Android Police

Google lança womenwill, projeto de empoderamento feminino

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O Google anunciou esta semana o womenwill, um programa para capacitar mulheres brasileiras a criar suas próprias oportunidades econômicas.

“[O programa] as tornam confiantes e habilitadas para aproveitar todo o potencial do digital, seja iniciando um empreendimento, mudando de carreira ou encontrando um emprego”, afirmou a empresa.

O Brasil é o quinto país a receber o programa. Em 2017, um piloto do programa com 100 moradoras de Paraisópolis e Brasilândia, em São Paulo, foi executado para entender quais são as necessidades reais delas e construir um treinamento relevante e efetivo. A

A experiência foi registrada em um documentário produzido e dirigido pela Hysteria, braço feminino da Conspiração Filmes:

Em 2018, serão 16 horas de treinamento, divididas em dois dias, focando especialmente em grupos femininos de minorias, como mães solteiras, transgêneros ou mulheres com deficiências. Esse conteúdo também será disponibilizado ao vivo no YouTube. Nosso objetivo este ano é capacitar 10 mil mulheres.

As atividades irão ocorrer no Campus São Paulo e as inscrições podem ser feitas aqui (g.co/womenwillBR).

“Em breve, apoiaremos treinamento para mulheres no Nordeste e também estaremos presentes na maior feira de empreendedorismo do Brasil com um treinamento presencial”, adiantaram os executivos.

Cenário brasileiro

Quando o assunto é desigualdade econômica, o Brasil está em 91º lugar de 144 países no relatório de desigualdade de gênero elaborado pelo Fórum Econômico Mundial em 2016. Essas distâncias foram ressaltadas devido à crise econômica e política que o país tem enfrentado nos últimos anos. Prova disso é o fato do desemprego entre as mulheres ser 30% maior na comparação com os homens.

Melhorar as habilidades das mulheres para lidar com o mundo digital ajudaria a alcançar igualdade no trabalho 40 anos mais rápido, segundo a consultoria Accenture. Por isso, conectá-las ao mundo on-line e fornecer as ferramentas necessárias para que possam usufruir ao máximo do digital é essencial para reverter o cenário brasileiro.

Investir na formação das mulheres é incentivar que encontrem novas oportunidades de trabalho, melhorem suas carreiras e abram seus próprios negócios. Além disso, é uma maneira de garantir crescimento para o país, pois o PIB poderia ser 30% mais alto se as mulheres participassem do mercado de trabalho na mesma proporção que os homens.

Google Cloud lança Text-to-Speech, solução que permite converter texto em mais de 32 vozes

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O Google Cloud anunciou expansão de seu portfólio de produtos em inteligência artificial e lança o Text-to-Speech, nova ferramenta que permite aos clientes a conversão de fala em texto em mais de 32 vozes em 12 idiomas diferentes, inclusive português.

De acordo com a empresa, esta é a primeira vez que a empresa disponibiliza o WaveNet, um produto inovador de pesquisa de síntese de voz da DeepMind, para o público.

“Muitos produtos do Google como, por exemplo, o Google Assistant, Search e Maps, vêm com uma síntese de texto para fala incorporada, de alta qualidade, que produz fala com som natural. Os desenvolvedores nos disseram que gostariam de adicionar texto para voz a seus próprios aplicativos. Por isso, hoje estamos trazendo essa tecnologia para o Google Cloud Platform, com o Cloud Text-to-Speech”, declara Dan Aharon, gerente de produto de Google Cloud AI

Além de permitir que os usuários escolham entre 32 vozes diferentes de 12 idiomas, o Cloud Text-to-Speech também traz pronúncias mais assertivas em textos complexos, como nomes, datas, horários e endereços. O produto, já utilizado por empresas como Cisco e Dolphin ONE, permite a personalização do tom, a taxa de fala e o ganho de volume da voz, além de oferecer suporte a diversos formatos de áudio, incluindo MP3 e WAV.

Com o Cloud Text-to-Speech é possível selecionar vozes de alta fidelidade construídas com base no o WaveNet, um modelo generativo para áudio bruto criado pela DeepMind. O WaveNet traz uma fala mais natural, fazendo com que os usuários prefiram o seu áudio ao invés de outras tecnologias de conversão de texto em voz que já existem no mercado.

Mais informações sobre o produto podem ser encontradas na página da empresa. Para quem gostaria de experimentar a ferramenta, basta clicar aqui.

 

Family Link, um app para ajudar famílias, chega ao Brasil

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Desenvolvido nos escritórios do Google de Belo Horizonte e de Mountain View, a empresa apresentou o aplicativo Family Link, que agora está disponível no Brasil, Argentina, Chile e México.

“Os celulares que usamos todos os dias abrem um mundo de informações para explorar, despertam nossa curiosidade e criatividade, mas, quando falamos de nossos filhos usando esses mesmos dispositivos, pode ser mais complexo. Queremos que eles explorem e se inspirem ao embarcar em sua aventura digital, ainda que cada família tenha uma posição diferente  sobre o que os filhos devem ou não fazer em seus dispositivos”, explicou o Google.

Family Link permite criar uma Conta do Google e ajuda a definir determinadas regras digitais que funcionem para sua família, como gerenciar os aplicativos que seu filho pode usar, ficar de olho no tempo que ele passa em frente da tela e definir uma hora de bloqueio no dispositivo do seu filho.

Para funcionar, a criança precisa de um aparelho Android compatível. Feito isso, crie uma Conta do Google no aparelho de seu filho e insira as informações dele.

Desta forma, você poderá conectar a nova conta da criança à sua e escolherá os aplicativos e configurações que quiser para seu filho.

Você pode usar o Family Link para coisas como:

  • Aprove ou bloqueie os aplicativos que a criança quer baixar no Google Play Store.
  • Veja quanto tempo seu filho gasta em seus aplicativos favoritos com relatórios de atividades, e configure um limite diário de tempo para os dispositivos deles.
  • Remotamente, bloqueie o dispositivo da criança quando é hora de brincar, estudar ou dormir.

“O Family Link pode te ajudar a definir algumas regras básicas sobre como seu filho pode usar o celular ou o tablet, mas o app não torna os aplicativos ou serviços no telefone que foram projetados para adultos seguros para crianças, por isso, cabe aos pais escolherem o que é certo para seus filhos. Quando você toma a decisão de dar um dispositivo ao seu filho, o Family Link pode servir como uma ferramenta que mantém você informado enquanto ele começa a explorar o mundo digital”, informou a empresa.

Google disponibiliza tradução de músicas no mobile

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O Google anunciou esta semana que os usuários agora podem encontrar as traduções de suas músicas prediletas buscando por “letra + nome da música” nas pesquisas feitas por celulares.

No resultado da Busca aparecerá a letra original da canção e, no final, estará disponível um botão com a opção de traduzir para o idioma local de onde está sendo feita a pesquisa – no caso do Brasil, para o português.

Em 2017, uma das perguntas mais feitas pelos brasileiros no Google foi “O que é Despacito?”. As traduções para o português funcionam tanto de letras de música em inglês quanto em espanhol.

MIT e Harvard apostam no Google Cloud para reduzir custos de pesquisas científicas

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Broad Institute do MIT e Harvard, pioneiros centros de pesquisas biomédicas de genomas, vem utilizando o Google Cloud Platform com o intuito de reduzir os custos de pesquisas científicas.

Em média, um genoma humano entra em um sequênciador a cada 10 minutos. Até a data, o instituto processou mais de 76 mil genomas, gerando 24 TB de dados por dia e armazenando mais de 36PB de dados na plataforma de nuvem do Google.

Uma vez que os dados genômicos são gerados, o processamento e a análise são feitas em etapas ligadas a um projeto automatizado, chamado de GATK Best Practices.

Em 2015, quando o projeto GATK Best Practices foi trazido para o Google, o custo para executá-lo era de US $ 45. Desde então, a redução chegou a 90%, mantendo a qualidade do resultado.

Entre os benefícios alcançados até hoje estão o aumento da eficiência e a redução dos custos em aproximadamente 30%, já que no passado o armazenamento local dos dados consumia a maior parte do orçamento de computação do instituto, e a otimização da transmissão das informações, com os algoritmos lendo os dados diretamente do Google Cloud Storage, o que requer menos espaço em disco.

“Tem sido um privilégio apoiar o Broad em sua missão de avançar na pesquisa biológica e no tratamento de doenças, além de estabelecer as bases para uma nova geração de terapias. Fazemos parte de um marco importante para a comunidade científica, já que no GCP o custo de executar o projeto foi reduzido para pouco mais de US $ 5 por genoma”, afirma Jonathan Sheffi, Gerente de Produto de Genômica e Ciências de Vida, Google Cloud.

O Instituto Broad lançou recentemente a versão open-source 4.0 do GATK, que permite que pesquisadores, até mesmo os sem treinamento computacional, tenham acesso ao projeto GATK Best Practices no portal de análise baseado na nuvem do FireCloud.

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