Sonho de Larry Page em 2000 precisa ser o Google de 2023

Em 2000, Larry Page, co-fundador do Google, tinha um sonho ambicioso: criar uma versão atualizada e moderna do Google, baseada em inteligência artificial.

Naquela época, ele afirmou que o objetivo era ter o melhor motor de busca que pudesse compreender tudo na web, entender exatamente o que o usuário quer e fornecer a informação certa.


Ele reconheceu que, naquele momento, estavam muito longe de alcançar esse objetivo, mas acreditava que poderia ser alcançado gradualmente.

A inteligência artificial seria a versão final do Google. Então, teríamos o mecanismo de busca definitivo que entenderia tudo na Web. Ele entenderia exatamente o que você queria e lhe daria a coisa certa. Isso é obviamente inteligência artificial, para ser capaz de responder a qualquer pergunta, basicamente, porque quase tudo está na Web, certo? Nós ainda estamos longe disso agora. No entanto, podemos nos aproximar incrementalmente disso e isso é basicamente o que trabalhamos. E isso é incrivelmente interessante do ponto de vista intelectual.

Larry Page (28 de outubro de 2000)

Dez anos depois, em 2010, o Google já havia evoluído significativamente em sua capacidade de compreender o conteúdo da web e fornecer resultados mais precisos.

A introdução do algoritmo de busca “Hummingbird” permitiu que o Google compreendesse o significado das perguntas e não apenas as palavras-chave, o que resultou em uma busca mais precisa e natural.

Em 2013, o Google lançou o assistente de voz Google Now, que permitia que os usuários fizessem perguntas em linguagem natural e obtivessem respostas precisas.

Isso foi seguido pelo lançamento do Google Assistant em 2016, que permitia aos usuários realizar uma variedade de tarefas, como definir lembretes e reproduzir música, usando somente sua voz.

Hoje, em 2023, frente ao desafio chamado Chat GPT, o sonho de Larry Page de 2000 parece mais próximo de se tornar realidade do que nunca.

O Google precisa mostrar sua inteligência artificial avançada capaz de compreender perguntas complexas e respondê-las de forma precisa e natural.

A IA é a chave para que o futuro do Google continue a existir e, certamente, vai continuar a ser um elemento fundamental na sua evolução.

A entrevista completa:

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