Google é processado por publicidade com influenciadores que não usam seus produtos

A Comissão Federal de Comércio e sete estados dos EUA estão processando o Google e a iHeartMedia por exibir anúncios supostamente “enganosos” do Pixel 4.

Em promoções veiculadas entre 2019 e 2020 apresentavam influenciadores que exaltavam os recursos dos telefones que supostamente não possuíam.


O processo também alega que o Google nem sequer ofereceu o Pixel antes que o anúncio fosse gravado, de acordo com reportagens da mídia americana.

Também no Brasil, a publicidade com influenciadores, muitos dos quais não têm nenhuma afinidade com dispositivos Android, é frequentemente discutida.

Celebridades como Anitta, que têm contratos de longo prazo com fabricantes de Android, por exemplo, já foram vistas usando aparelhos da Apple fora do alcance do público.

Em 2018, Gal Gadot, a Mulher Maravilha dos cinemas, teve que se defender depois de elogiar a Huawei enquanto postava no Twitter de um iPhone, por exemplo.

O porta-voz do Google, José Castañeda, disse ao Engadget que empresa estava “satisfeita” em resolver a situação e as autoridades levaram as leis de publicidade “a sério”.

Este pode ser o primeiro passo para uma publicidade com menos “fake news” e mais verdadeira com o público.

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