Crise faz aumentar as buscas por Amigo Secreto

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De acordo com um estudo do Google, o momento de crise pela qual passa o Brasil têm levado as pessoas a estabelecerem um valor definido para os presentes no Natal.

Com o intuito de maior controle sobre os gastos, o Amigo Secreto ganhou deixou de ser uma prática entre colegas de trabalho para ganhar a sala das famílias nas comemorações de Natal.


“As buscas pelo tema cresceram em média 9,5% ao ano desde 2012 e quase um terço dos entrevistados (30%) respondeu que pretende substituir a tradicional troca de presentes pelo Amigo Secreto”, diz o buscador.

“No campo de valores, cerca de 75% dos consumidores disse que pretende gastar menos de 100 reais, sendo que os homens preferem os presentes mais caros e 62,7% das mulheres responderam que comprarão presentes de até 50 reais”.

Abaixo, você pode acompanhar alguns insights da pesquisa do Google:

  • Em 2016, o volume de buscas por termos relacionados à Amigo Secreto, em dezembro, cresceu 20% quando comparado ao mesmo período em 2015. O assunto vem crescendo de forma consistente nos últimos anos, com uma média de 9,5% ao ano.
  • 33% dos entrevistados tem intenção de participar de um Amigo Secreto em 2017, Família é o grupo preferido para a brincadeira, com 30,2% das respostas e presentes até R$ 50 são os mais buscados, com 57,6% das respostas.
  • 30% pretende substituir a tradicional troca de presentes pelo Amigo Secreto.
  • 49,2% dos respondentes usa a internet na compra do presente. 25% usa para pesquisar e comprar em lojas físicas e 24,2% pesquisa e compra online.
  • Chocolate (27,2%), peça de roupa (25,9%) e livro são os produtos mais associados à brincadeira.
  • O grupo de 18 a 34 anos é o mais engajado com a brincadeira, com 57,9% do total. E as mulheres representam a maioria, com 65,3%.
  • Homens preferem presentes mais caros. Para presentes de até R$ 50, 62,7% dos respondentes são mulheres e para presentes acima de R$ 150, 51% são homens.
  • Há critérios importantes para a escolha do presente e aqui as diferenças de opinião entre homens e mulheres são nítidas:
    • Enquanto 60,3% das mulheres se preocupam com a qualidade, apenas 39,7% dos homens apontam a variável como importante.
    • As mulheres também dizem que o preço é fator decisivo, 62%, enquanto 37,8% dos homens se preocupam com os preços.
    • No que diz respeito a possibilidade de troca, as mulheres bateram a casa dos 55,6%, e os homens 44,4% e por fim, 51,1% das mulheres acha importante a disponibilidade do produto, se comparado aos 48,9% dos homens.

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