Google confirma que vai descontinuar Orkut em setembro de 2014

Diferente do que foi publicado pela Folha Online, o Google Brasil confirmou ao Google Discovery que o Orkut será desativado no próximo dia 30 de setembro de 2014.

O buscador esclareceu ainda que a decisão foi tomada após o crescimento do YouTube, Blogger e Google+ no país.


“O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários”, menciona a empresa.

“Orkut será descontinuado no dia 30 de setembro de 2014. Até lá, não haverá impacto para os atuais usuários, para que a comunidade tenha tempo de lidar com a transição”.

Os usuários poderão exportar suas informações rede social através do serviço do Google Takeout (estará disponível até setembro de 2016). A partir de hoje, porém, novos usuários não podem criar novas contas no Orkut.

Comunidades

O Google Brasil informou ainda que um arquivo será disponibilizado ao público com todo o histórico de comunidades do Orkut. “Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de setembro de 2014”.

Caso você não tenha interesse em manter seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, o Google alerta para a necessidade de remover seu perfil do Orkut.

Deixe seu nome gravado na história da internet: o GD criou uma comunidade para você se despedir do Orkut: http://gdis.co/1k5StXX

Fim do Orkut

Em um post a ser publicado no blog oficial da empresa, Paulo Golgher, Diretor de Engenharia do Google, pede desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente.

Dados da Comscore, fornecidos em dezembro de 2013, mostravam que 6 milhões de internautas ainda visitavam o Orkut com uma média de 4,2 minutos por visita, o dobro de tempo daqueles que visitaram o Instagram.

“Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além”, diz Golgher.

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