Da série o que fazer com USD$ 48 bilhões: Linkedin

LinkedIn-Logo-bigVocê deve estar pensando: ele está indicando mais uma rede social, para competir diretamente com o Google+.

Errado!


O Linkedin é, sem a menor sombra de dúvidas, uma rede social, mas sua eventual aquisição pela Google não seria um investimento no mercado de redes sociais, mas sim no de propaganda relacionada ao mercado de trabalho. Afinal, o Linkedin é a maior rede social de trabalho e negócios do planeta e está crescendo muito e gerando receitas e lucros crescentes, ao contrário de parte grande de seus competidores no mercado de relações de trabalho, como a Monster, por exemplo.

Vale lembrar que o mercado de trabalho americano está reaquecendo lentamente, depois da grande quebra provocada pela crise de 2008. Caso a crise política italiana, não arraste o país para fora da Zona do Euro e, via de consequência, Portugal, Espanha, França e a própria Itália para uma depressão econômica sem parâmetro nos últimos 200 anos, os países da América do Norte farão um acordo de livre comércio com a Europa, o que levará a uma revolução nas economias de todos estes países.

Isto tenderá a ativar positivamente o mercado de busca por empregos melhores nos países ricos, o que beneficiará diretamente o Linkedin. Outra consequência deste acordo, seria, infelizmente, o envio dos países do Mercosul para a periferia da economia mundial, com resultados desastrosos para a economia do Brasil, que teria oportunidades de comércio reduzidas com a China e, entre os parceiros da América do Sul, já encontraria países falidos, como a Argentina, irrelevantes, como a Venezuela e a Bolívia, ou que estão em fase de crescimento, mas possuem acordos de livre comércio com os EEUU e não serão afetados com o Acordo Transatlântico. Isto, se ocorrer, trará desemprego ao Brasil, mas beneficiará o Linkedin, porque elevará a busca por oportunidades de trabalho aqui.

Empresa: Linkedin

Valor de mercado: mais de USD$ 18 bilhões

Vantagens:

  • empresa que mais cresce no setor de busca por oportunidades de trabalho;
  • tem natureza semelhante às empresas Google;
  • tem sinergia com outros produtos da Google

Desvantagens:

  • é uma rede social e, por isso, pode ser vista como concorrente do Google+;
  • está com valor de mercado muito elevado para a sua geração de caixa.

Não sei se a Google, finalmente vai entrar no mercado de busca de empregos. No entanto, se o fizer, me parece que o Linkedin é a melhor opção.

 

3 Replies to “Da série o que fazer com USD$ 48 bilhões: Linkedin

  1. nao entendi. o google quer comprar? e os 48 bi do titulo? vc nao falou nada a respeito no corpo do post!!!!

  2. Rômulo de Araújo Mendes com este post chama a atenção do Google para a rede social que mais cresce no mundo voltada para o emprego – Linkedin. O Google possui USD$ 48 bilhões  para poder investir e nesse caso uma das opções poderá ser a aquisição do Linkedin.
     
    Eu concordo com a ideia do Google investir no Linkedin mas discordo com a ideia desta rede social concorrer com o Google+. Não tem mesmo nada a ver. Até acho que com esta aquisição poder-se-ia melhorar o Linkedin podendo usar o Youtube como portal de armazenamento de vídeos, integrando a ideia do Linkedin passar a permitir a colocação de currículos em vídeo. Além disso, para quem quisesse, poderiam permitir aos utilizadores do Google+ integrar o perfil do Linkedin.
     
    É claro que eu penso que poderiam também pensar em investir parte desse dinheiro na melhoria do Google+. O Google+ é hoje uma plataforma mais lenta que o seu concorrente direto Facebook. Precisam melhorar a rapidez de resposta do próprio site e melhor a forma em como as pessoas se ligam no Google+. Discordo que as pessoas devam ser obrigadas a ter círculos para adicionar pessoas ou páginas. Creio que deveríamos ter 2 círculos nativos (Pessoas e Páginas) e quando seguíssemos uma pessoa ou subscrevêssemos determinada página, estas integrariam automaticamente os círculos Pessoas e Páginas, respetivamente.
     
    Assim quando quiséssemos classificar as pessoas que seguimos, surgiriam os sub-círculos em que poderíamos ter vários níveis de sub-círculos. Assim com estes sub-círculos melhoraríamos a gestão de pessoas a seguir. Nas pessoas surgiriam os professores, os colegas, os amigos, os conectados e dentro destes os professores dos diferentes percursos ou escolas, entre outras opções.
     
    Para além da opção dos sub-círculos, deveríamos possuir em cada círculo a opção de pesquisa por sexo, localização, idade, signo, entre outras opções. Com isto poderíamos poder realizar uma partilha com aquelas pessoas resultantes da pesquisa.

  3. Também não entendi, ficou confuso o artigo!Tinha entendido que a Google tinha comprado o LInkedIn! Já tava pirando aqui!!
    “O Linkedin é, sem a menor sombra de dúvidas, uma rede social, mas sua eventual aquisição pela Google…”
    Reveja esse trecho! Tá muito mal escrito!!
     
    Você poderia trocar “eventual” por “possível”, mas isso daria a entender que a Google pretende comprar o LinkedIn, o que não sei se é verdade também, já que isso não consta no artigo!

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