Google anuncia Chromebook Pixel com tela sensível ao toque e maior resolução do mercado

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Depois de sair novos rumores no WSJ, o Google resolveu liberar informações oficiais sobre o Chromebook Pixel, um notebook de 12.85 polegadas equipado com Chrome OS e que funciona inteiramente nas nuvens.


Diferente dos dispositivos lançados por outros fabricantes, o Chromebook Pixel apresenta um hardware premium ao trazer uma tela com resolução de 2560×1700 (4.3 milhões de pixels), aspecto (Aspect Ratio) 3:2, processador Intel Core i5 e 1 terabyte de armazenamento gratuito no Google Drive por três anos.

De acordo com o TechCrunch, o Pixel tem uma densidade de 239 pixels por polegada. “Um pouco maior do que os 220 pixels do MacBook Pro com tela Retina, então o Google orgulhosamente em observar que seu laptop ‘tem a maior densidade de pixel de qualquer tela do laptop'”, publicou o blog.

Além disso, o Pixel conta com tela sensível ao toque (com uma camada de 0,55 milímetros de vidro Gorila Glass fundida diretamente na tela) e teclado retroiluminado. O Google não informou quais empresas são responsáveis pela construção e montagem do dispositivo.

“Há um conjunto de usuários que estão realmente empenhados em viver completamente na nuvem e Google queria construir o laptop perfeito para eles”, disse Sundar Pichai, VP do Google, durante uma coletiva de imprensa em San Francisco.

Chromebook Pixel, em sua versão apenas Wi-Fi e 32GB de armazenamento local, sairá por US$ 1,299.00. Para aqueles que preferem com conectividade 4G LTE e 64GB, o preço do notebook vai para US$ 1,449,00. As encomendas podem ser feitas pelo Google Play (nos EUA) e lojas da Best Buy.

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é bacharel em administração de empresas e fundador da FragaNet Networks - empresa especializada em comunicação digital e mídias sociais. Em seu portfólio estão projetos como: Google Discovery, TechCult, AutoBlog e Arquivo UFO. Também foi colunista de tecnologia no TechTudo, da Globo.com.

26 COMENTÁRIOS

  1. @GoogleDiscovery pena q o design do Chromebook Pixel é feio e um pouco caro por ser apenas um browser, mas deve ser o início de uma nova era

  2. Ele parece ser lindo, mas, mas… sei lá. O ponto fraco é o Chrome OS, que ainda não me conquistou. Quem sabe assim os developers não começam a olhar pra ele com mais carinho?

  3. Não sei se o uso dele atende às necessidades nacionais. De uma camada sim, que pode estar conectada o tempo inteiro à nuvem, mas pra quem não se pode dar ao luxo de deixar de trabalhar qd offline, ainda não é a solução.

  4. essa ideia é showw ja que ficamos a maior parte do tempo conectados.
    mais quando chegar ao Brasil vai ficar muito caro…

    • @RodrigoCosta Cara, posso fazer isso no meu computador e manter toda minha suite aplicativos instalada. A ideia começa a ter valor a partir do momento que o custo do hardware caia bruscamente. Mas com preços equivalentes, qual a vantagem de trabalhar única e exclusivamente na nuvem?

  5. Sinceramente… não me impressionou. E por uma série de motivos, acho que não vai longe.
     
    É um computador touchscreen com uma resolução altíssima que serve para… acessar a Web. Isso não seria um problema, se já houvesse um número significativo de sites e Aplicativos Web otimizados para toque e preparados para uma resolução tão alta. Não há. Quem tem um tablet sabe que no geral, tudo na Web ainda é feito para mouse e teclado. Você consegue usar, mas a experiência dentro de aplicativos nativos é sempre muito melhor. A Web e os próprios browsers, ainda tem que evoluir muito pra poder competir em nível de usabilidade com os apps nativos em tablets. Por que seria diferente em um Notebook com touch screen?
     
    E essas especificações? Que site ou web app vai usar todo esse processamento? Ou vai suportar uma resolução tão alta? No futuro com certeza, mas hoje? E esse aspect ratio? Dos seus 4 milhões de pixels 650 mil (15%) vão ser barras pretas em cima e em baixo quando você for assistir um vídeo comum em 16:9. 
    E eu nem falei do preço…E cara, olha que eu sou Google-fan assumido. Pode ser que eu esteja muito enganado, mas acho que esse vai ser um epic fail.

      • @Julio Brito Como eu disse: “No futuro com certeza, mas hoje?”Sem dúvida que HTML5 tem esse potencial, mas hoje? Ainda é uma realidade distante. A preços baixos, faz sentido apostar em algo mais radical, as pessoas experimentam porque custa pouco, e aos poucos cria-se uma base de usuários o que chama atenção de desenvolvedores, ajudando a criar um ecossistema de aplicações que fazem bom uso das características do seu dispositivo.A Web sendo usada com interface de toque ainda não se popularizou o suficiente, os desenvolvedores ainda não sentiram necessidade de ajustar suas interfaces para o toque, de introduzir gestos, aumentar os botões, etc e etc. Lançar um Chromebook com touchscreen a um preço baixo faria sentido, pra ajudar a popularizar a tecnologia, chamar atenção dos desenvolvedores pro que eles podem fazer na plataforma e depois pensar em lançar uma alternativa Premium.

        • @llslucas  @Julio Brito 
           
          Isso não é verdade. Dê uma olhada no laboratório da google. É possível ter desde aplicações de CAD a engines de jogos de altíssimo potencial e desempenho. Tudo com html 5. Então o chrome book não serve somente para surfar na web.   http://www.chromeexperiments.com/

  6. Depois de ler e pesquisar bastante, mudei um pouco minha opinião sobre o Pixel. Continuo não vendo ele como um produto que fará sucesso, mas talvez esse nem seja o objetivo do Google. Ainda acho que o Chrome OS não é exatamente o melhor SO pra colocar num PC de alta performance e touch screen, e imagino que algo baseado em Android (ou uma combinação entre Chrome OS e Android) seria uma jogada muito mais inteligente.
    Mas particularmente uma coisa que eu falei acho que foi mal pensada: sobre o aspectos ratio 3:2. Talvez essa seja justamente sua característica mais interessante. Depois de pesquisar um pouco vi que o 3:2 era tão quadrado quanto eu achava; numa escala em que de um lado está o 4:3 (proporção de monitores e TVs antigas, bem quadrado) e do outro o 16:9 (widescreen), o 3:2 fica bem no meio. Enquanto o 4:3 é péssimo para filmes e ótimo para outros usos, o 16:9 é ótimo para filmes e péssimo outras coisas (IMHO). Tudo na web é orientado verticalmente, e muitas coisas fixas ocupam espaço vertical, por exemplo a barra de tarefas no Windows, a barra de status e de botões virtuais no Android, as barras de abas, endereços e favoritos no Chrome, a barra superior do Facebook, etc., então no fim sobra pouco espaço vertical para o conteúdo.
    Por isso, o 3:2 pode ter sido uma ótima sacada, e eu sinceramente espero ver mais empresas apostando nessa proporção, principalmente para tablets e notebooks!

    • Depois de ler e pesquisar bastante, mudei um pouco minha opinião sobre o Pixel. Continuo não vendo ele como um produto que fará sucesso, mas talvez esse nem seja o objetivo do Google.
      Ainda acho que o Chrome OS não é exatamente o melhor SO pra colocar num PC de alta performance e touch screen, e imagino que algo baseado em Android (ou uma combinação entre Chrome OS e Android) seria uma jogada muito mais inteligente.
      Mas particularmente uma coisa que eu falei acho que foi mal pensada: sobre o aspect ratio 3:2. Talvez essa seja justamente sua característica mais interessante.
      Depois de pesquisar um pouco vi que o 3:2 não era tão quadrado quanto eu achava; numa escala em que de um lado está o 4:3 (proporção de monitores e TVs antigas, bem quadrado) e do outro o 16:9 (widescreen), o 3:2 fica bem no meio. Enquanto o 4:3 é péssimo para filmes e ótimo para outros usos, o 16:9 é ótimo para filmes e péssimo outras coisas (IMHO).
      Tudo na web é orientado verticalmente, e muitas coisas fixas ocupam espaço vertical, por exemplo a barra de tarefas no Windows, a barra de status e de botões virtuais no Android, as barras de abas, endereços e favoritos no Chrome, a barra superior do Facebook, etc., então no fim sobra pouco espaço vertical para o conteúdo. Por isso, o 3:2 pode ter sido uma ótima sacada, e eu sinceramente espero ver mais empresas apostando nessa proporção, principalmente para tablets e notebooks!

  7. Depois de ler e pesquisar bastante, mudei um pouco minha opinião sobre o Pixel. Continuo não vendo ele como um produto que fará sucesso, mas talvez esse nem seja o objetivo do Google.
    Ainda acho que o Chrome OS não é exatamente o melhor SO pra colocar num PC de alta performance e touch screen, e imagino que algo baseado em Android (ou uma combinação entre Chrome OS e Android) seria uma jogada muito mais inteligente
    Mas particularmente uma coisa que eu falei acho que foi mal pensada: sobre o aspect ratio 3:2. Talvez essa seja justamente sua característica mais interessante. Depois de pesquisar um pouco vi que o 3:2 não é tão quadrado quanto eu achava; numa escala em que de um lado está o 4:3 (proporção de monitores e TVs antigas, bem quadrado) e do outro o 16:9 (widescreen), o 3:2 fica bem no meio. Enquanto o 4:3 é péssimo para filmes e ótimo para outros usos, o 16:9 é ótimo para filmes e péssimo outras coisas (IMHO).
    Tudo na web é orientado verticalmente, e muitas coisas fixas ocupam espaço vertical, por exemplo a barra de tarefas no Windows, a barra de status e de botões virtuais no Android, as barras de abas, endereços e favoritos no Chrome, a barra superior do Facebook, etc., então no fim sobra pouco espaço vertical para o conteúdo. Por isso, o 3:2 pode ter sido uma ótima sacada, e eu sinceramente espero ver mais empresas apostando nessa proporção, principalmente para tablets e notebooks!

  8. Depois de ler e pesquisar bastante, mudei um pouco minha opinião sobre o Pixel. Continuo não vendo ele como um produto que fará sucesso, mas talvez esse nem seja o objetivo do Google.
    Ainda acho que o Chrome OS não é exatamente o melhor SO pra colocar num PC de alta performance e touch screen, e imagino que algo baseado em Android (ou uma combinação entre Chrome OS e Android) seria uma jogada muito mais inteligente.
    Mas particularmente uma coisa que eu falei acho que foi mal pensada: sobre o aspect ratio 3:2. Talvez essa seja justamente sua característica mais interessante. Depois de pesquisar um pouco vi que o 3:2 não é tão quadrado quanto eu achava; numa escala em que de um lado está o 4:3 (proporção de monitores e TVs antigas, bem quadrado) e do outro o 16:9 (widescreen), o 3:2 fica bem no meio. Enquanto o 4:3 é péssimo para filmes e ótimo para outros usos, o 16:9 é ótimo para filmes e péssimo outras coisas (IMHO).
    Tudo na web é orientado verticalmente, e muitas coisas fixas ocupam espaço vertical, por exemplo a barra de tarefas no Windows, a barra de status e de botões virtuais no Android, as barras de abas, endereços e favoritos no Chrome, a barra superior do Facebook, etc., então no fim sobra pouco espaço vertical para o conteúdo. Por isso, o 3:2 pode ter sido uma ótima sacada, e eu sinceramente espero ver mais empresas apostando nessa proporção, principalmente para tablets e notebooks!

    • @llslucas Melhor pesquisar mais. O android não possui ferramentas de produtividade então não espere trabalhar nele com um ORCAD por exemplo. O chrome OS é um linux como qualquer outro além de ser possível executar as packaged apps de maneira nativa, pois existem apis que são expostas de todo o sistema para o browser. Você pode criar aplicações complexas que utilizam o hardware apenas com html 5.http://developer.chrome.com/apps/about_apps.htmlÉ uma iniciativa fantástica.

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