Martelo batido: Viacom perde processo para YouTube

A Viacom, empresa que controla redes como MTV, Comedy Central e Nickelodeon, perdeu um processo na justiça onde alegava que o YouTube descumpria leis de direito autoral ao permitir que seus vídeos fossem publicados sem autorização.

A Viacom disse que o YouTube tinha conhecimento de que vídeos protegidos por direitos autorais estavam sendo publicados no site, mas que nada fazia para impedir estas postagens.


Já o juiz que cuidou do caso, Louis Stanton, acreditou que o YouTube não violou as leis porque apagou os vídeos protegidos, após ser alertado sobre eles.

O processo livrou o Google de ter que indenizar a Viacom em 1 bilhão de dólares, valor pedido pelo conglomerado de mídia pelas eventuais perdas sofridas com a suposta violação.

A empresa, que também controla a Paramount Pictures, disse que a sentença foi “fundamentalmente falha” e que ela não reflete as atuais decisões da Suprema Corte. A Viacom pretende apelar da decisão.

Vitória importante

Em post no blog oficial do YouTube, Walker Kent, vice-presidente e Conselheiro Geral do Google, disse que “a decisão judicial segue um consenso estabelecido de que os serviços online como o YouTube são protegidos quando trabalham em cooperação com os detentores de copyright para ajudá-los a administrar os seus direitos…”

Walker considera a decisão como uma vitória importante para todos que usam a web para se comunicar e compartilhar experiências. Ele ainda se diz animado e ansioso para renovar o foco no apoio à variedade de idéias que bilhões de pessoas postam e assistem através do YouTube em todo mundo.

O YouTube parece ter se livrado de uma dor de cabeça e agora pode respirar melhor. Nessas horas, a pergunta que sempre fica é:

O que vem por aí?

3 Replies to “Martelo batido: Viacom perde processo para YouTube

  1. Todo mundo sabe que o YouTube não tem culpa em relação a o que os usuários enviam. Essa Viacom quis dar uma de esperta e acabou perdendo o processo. Bem feito.

  2. “O que vem por aí?”

    Um recursinho básico, uai!
    E a discussão continua nas Instâncias Superiores…

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