I Love Alaska – a história de um usuário da AOL

Em agosto de 2006, um mês após o lançamento do Google Discovery, a AOL assustou o mundo ao liberar na internet um banco de dados com mais de 20 milhões de “palavras chaves” coletadas por mais de meio milhão de usuários num período de três meses.


“A maior ruína dos arquivos de busca”, se referiu Jonathan Mille, CEO da AOL, ao tentar explicar o ocorrido em um comunicado interno seus funcionários, além de informar a contratação urgente de um responsável sobre as questões de privacidade e segurança.

Na época, Philipp Lenssen, editor do blog Google Blogoscoped, descreveu que era possível ligar os termos de pesquisas a ID do usuário, confrontando qualquer tipo de proteção de privacidade dos usuário da empresa.

Com base nesses fatos, produtores independentes se reuniram para montar um “mini-filme” chamado I Love Alaska que conta a história de um usuário anônimo do AOL com informações baseadas seu histórico de pesquisas, revelado infelizmente ao mundo.

“Uma mulher religiosa de meia-idade de Houston, Texas, que passa seus dias em casa na companhia da televisão e do computador. Seu estilo único de palavras combinadas colocam suas ideias, convicções e obsessões no motor de busca da AOL, transformando sua história pessoal num romance desconcertante” revela a sinopse.

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