Google analisa ondas cerebrais para medir efeitos de anúncios no YouTube

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O Google, juntamente com MediaVest, liberaram hoje informações sobre a qualidade de anúncios determinado pela leitura das ondas cerebrais e respostas psicológicas quando estas estão próximas a conteúdo vídeo. “Esta é uma idéia interessante e, na sua maior parte, poderia ser uma forma muito precisa para medir a forma como os anúncios são percebidos pelos telespectadores” descreve Garett Rogers no Googling Google.


Yaakov Kimelfeld da MediaVest e Leah Spalding da Google fizeram uma apresentaram como forma de compartilhar os resultados. O objetivo foi avaliar o impacto dos anúncios no YouTube em diferentes níveis, desde envolvimento emocional, psicológico e outras métricas.

O Google, com a ajuda de NeuroFocus, também analisou um grupo de participantes, e coisas como reação da pele, olhos e o cérebro através de um EEG scan. Embora o EEG (eletroencefalografia) seja portátil e conveniente, funciona ligeiramente menos preciso ao medir ondas alfa e beta no cérebro comparados a outros métodos comuns que exigem que o paciente esteja na horizontal em uma máquina.

Eles chegaram a três conclusões quando se trata de anúncios InVideo:

1. Anúncios InVideo são convincentes
2. Anúncios InVideo adicionam experiência ao usuário
3. Anúncios InVideo apresentam resposta positiva sobre marcas

“Com isso, a pesquisa demonstra que o formato de publicidade InVideo deve contribuir para se tornar uma opção atraente aos anunciantes” descreve o blog.

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é pós-graduado em Gestão da Comunicação em Mídias Digitais pela ESPM. Fundador da FragaNet Networks, empresa especializada em comunicação digital , cujo o portfólio estão projetos como: Google Discovery, Arquivo UFO e Muito Curioso. Foi colunista de tecnologia no TechTudo, da Globo.com.

2 COMENTÁRIOS

  1. E eu achava que não iria mais conseguir ser surpreendido com coisas do Google.
    Apesar de achar estranho e futurista d , acho a ideia sensacional e objetiva.
    De que adianta ficarem fazendo propagandas que não são cooerentes conosco.
    Agora o problema que surge com isso são propagandas cada vez mais intrusiva as nossas percepções : Fazer uma propaganda apelativa ao nosso cerebro(porem quase imperceptivel visualmente) que nos induza a comprar algo, propagandas subliminares mais eficazes. Ou proporcionar um pouco de tristez, num comercial, para comprarmos mais chocolate.
    Acho que essa forma de publicidade pode se tornar mais apelativas que as propagandas de lojas de Utencilios para o lar.

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