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Google desiste de cinturão de balões no Projeto Loon

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Astro Teller, chefe do laboratório X da Alphabet, disse que Projeto Loon desistiu da ideia de manter um “fluxo constante” de balões flutuando ao redor do globo.

De acordo com Teller, a controladora do Google descobriu uma maneira de manter os balões estacionados sobre áreas específicas que são mais necessárias para as conexões com a internet.

“Em nossa última atualização de navegação, agora podemos enviar pequenas equipes de balões para áreas específicas, permitindo trazer conectividade útil para essas áreas sem a necessidade de um fluxo constante de balões”, disse.

O controle dos balões será feito por meio de algoritmos que são capazes de formar um cluster sobre uma região específica onde as pessoas precisam de acesso à internet.

“Esta é uma mudança em nosso modelo original para o Loon em que planejamos criar anéis de balões ao redor do globo, e balões que se revezam movendo-se através de uma região para prestar serviço”.

A.I. Duet, crie melodias usando o aprendizado de máquina do Google

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O Google lançou o AI Duet, um novo experimento de inteligência artificial que permite tirar proveito da tecnologia de aprendizagem da máquina.

Por meio do serviço é possível reproduzir melodias no teclado do computador (ou por meio de um teclado MIDI com suporte a plug and play) e o computador tentará reproduzir um dueto automaticamente.

“Basta tocar algumas notas e o computador responderá à sua melodia. Você nem precisa saber tocar piano – é divertido pressionar apenas algumas teclas e ouvir o som de volta”, publicou o Google.

“Seja você desenvolvedor ou músico, ou apenas curioso – imagine como a tecnologia pode ajudar as ideias criativas a ganhar vida”.

Google admite que “pegadinhas” em entrevistas eram inúteis

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Embora o Google seja conhecido por suas perguntas “pegadinhas” durante as entrevistas de emprego, o buscador agora declara que eram completamente inúteis na avaliação de um bom empregado.

“Descobrimos que os quebra-cabeças são uma completa perda de tempo”, disse Laszlo Bock, vice-presidente sênior de operações no Google, ao New York Times. “Eles não preveem nada. Elas servem principalmente para fazer o entrevistador se sentir inteligente”.

Entre as perguntas feitas aos candidatos estavam:

  • Quanto você deve cobrar para lavar todas as janelas em Seattle?
  • Elaborar um plano de evacuação para San Francisco
  • Quantas vezes por dia as mãos de um relógio se sobrepõem?
  • Um homem empurrou seu carro para um hotel e perdeu sua fortuna. O que aconteceu?
    Você é o capitão de um navio pirata e acaba de encontrar um pote de ouro. Cabe a você propor a forma de dividir o tesouro, mas a sua tripulação, em seguida, deverá votar a favor ou contra a sua proposta. Se menos de metade dos piratas concordarem com você, eles podem te matar. Como você recomendaria dividir o ouro para que você fique com uma boa parte do espólio, mas sobreviva para poder usufruir?

Bock afirma que o Google tem padronizado as entrevistas para que os candidatos “possam ser avaliados de forma consistente” e entrevistas comportamentais, por exemplo, que pedem aos candidatos para descreverem como eles resolveram um problema difícil.

Google+ convida usuários a se tornarem Beta Tester

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O Google+ está convidando os usuários ativos do Google+ para um programa de testes que permitirá conversar com a equipe do produto e experimentar em primeira mão as futuras novidades da rede social.

“Estamos a procura de pessoas que querem testar novas funcionalidades, bem como discutir com a nossa equipe de produto e outros colegas beta testers sobre como fazer Google+ o lugar para compartilhar seus interesses”, disse a empresa.

Para se candidatar, o Google exige:

  • Postador ativo no Google+
  • Motivação para aprender mais sobre o Google+ e contribuir para a discussão do produto
  • Ânsia de fornecer feedback alto nível sobre o nosso produto

Se você se enquadra no perfil acima, basta se cadastrar neste link.

Atlético-PR e Coritiba decidem transmitir clássico no YouTube

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De acordo com informações da ESPN, os dirigentes de Atlético-PR e Coritiba – que recusaram uma oferta da Globo esta semana – pretendem transmitir o clássico Atletiba no YouTube.

“Eles classificaram como ‘absurda’ a oferta de em torno de R$ 1 milhão feita pela emissora carioca para fechar contrato de três anos e decidiram inovar e seguir o modelo que faz sucesso entre os europeus”, publicou o canal esportivo.

A transmissão vem sendo preparada para ser feira a partir dos canais oficiais de ambos os clubes no Youtube e contará narrador, comentaristas e repórteres em campo.

“Será, mesmo, via Youtube. É um novo modelo, excelente para cada um dos lados e estaremos fazendo essa experiência no clássico. É uma forma de amadurecer e desenvolver. É um modelo já utilizado com resultados positivos no exterior e que pode vir a ser atraente”, afirmou o presidente do Atlético-PR, Luiz Sallim Emed.

O clássico Atletiba será transmitido no próximo domingo, às 17h (de Brasília), na Arena da Baixada. Entretanto, não está definido se será restrito aos sócios dos clubes.

Google anuncia selo de verificação de fatos no Brasil

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No combate as notícias falsas, o Google Brasil anunciou um novo selo dentro do Google Notícias que promete ajudar o público ao destacar reportagens cujas as informações foram verificadas por organizações independentes.

“Inicialmente, este selo de checagem de fatos foi lançado nos Estados Unidos e no Reino Unido, seguidos por Alemanha e França. Hoje, temos o orgulho de anunciar o lançamento do recurso na América Latina, em parcerias com entidades na Argentina, Brasil e México”, publicou Richard Gingras, VP de Notícias.

Em busca de cliques, muitas mídias online procuram distorcer as notícias ou criar fatos sensacionalistas para atrair a atenção dos usuários ou deturpar a opinião pública.

No Brasil, as notícias serão checadas pelos veículos “Aos Fatos” e “Agência Pública” e o selo exibido em artigos que aparecem no Google Notícias (incluindo o app para iOS e Android).

YouTube atinge 1 bilhão de vídeos com legendas automáticas

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A funcionalidade de transcrições automáticas no YouTube foi anunciada em 2009 e desde lá o portal de vídeos do Google vem ampliando gradualmente sua base de conteúdos legendados.

De acordo com a equipe do YouTube, o serviço já subtitulou um bilhão de vídeos e as pessoas assistem vídeos com legendas chegam a 15 milhões de vezes por dia.

Enquanto essas transcrições automáticas são geradas por algoritmos de aprendizado de máquina, a qualidade delas pode variar, mas o buscador afirma ter melhorado em 50% a precisão.

A transcrição automática está atualmente disponível em inglês, holandês, francês, alemão, italiano, japonês, coreano, português, russo e espanhol.

Inteligência artificial do Google se torna “altamente agressiva” em situações de estresse

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Se você acredita que estamos caminhando para um cenário apocalítico de filmes como o Exterminador do Futuro, aqui está mais um motivo para continuar a acreditar nisso.

Recentes testes, que monitoram o comportamento do sistema de inteligência artificial da Google DeepMind, mostraram que, ao sentir que está prestes a não conseguir atingir seus objetivos, a máquina opta por estratégias “altamente agressivas” para garantir que ela saia por cima.

A equipe do Google analisou mais de 40 milhões de jogadas de um jogo simples de computador de “coleta de frutas” que pede a dois sistemas da DeepMind para competirem entre si e coletarem tantas maçãs virtuais quanto pudessem.

Enquanto o número de maçãs eram suficientes para ambos, as coisas pareciam funcionar bem. Em um determinado ponto em que o número de maçãs começaram a diminuir, os dois sistemas se tornaram agressivos, usando raios laser para arrancar o outro fora do jogo e roubar todas as maçãs.

Você pode visualizar o momento do “surto” no vídeo abaixo. Os sistemas da DeepMind estão em azul e vermelho, as maçãs virtuais em verde e os raios laser em amarelo.

“Este modelo mostra que alguns aspectos do comportamento humano emergem como um produto do ambiente e do aprendizado”, disse um dos membros da equipe a revista Wired.

Menina de 7 anos pede emprego ao Google e recebe uma resposta do CEO Sundar Pichai

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Chloe Bridgewater, uma menina de 7 anos que mora em Hereford, Inglaterra, enviou uma carta para o Google na esperança de que a empresa tivesse uma vaga de trabalho para ela.

Direcionada ao CEO do Google Sundar Pichai, Bridgewater afirma ser aficionada por tablets, computadores e robôs; e que seus professores a incentivam a conseguir um emprego na gigante de Mountain View.

“Querido chefe do Google
Meu nome é Chloe e quando eu crescer quer um emprego no Google. Também quero trabalhar em uma fábrica de chocolate e nadar nas Olimpíadas. Meu pai disse que eu que posso sentar em pufes, descer no escorregador e pilotar carrinhos no Google. Também gosto de computadores e tenho um tablet, que eu uso para jogar. Meu pai me deu um jogo em que preciso mover um robô e disse que é bom para eu aprender sobre computadores. Meu pai me disse que ele vai me dar um computador. Tenho sete anos de idade e meus professores dizem que sou boa aluna e que seu continuar assim vou conseguir um emprego no Google. Meu pai me disse para mandar esta carta. Essa foi a segunda vez que eu escrevi uma carta e da outra vez foi para o Papai Noel. Tchau.”

Resposta

Para a surpresa da família, uma carta pessoal do CEO do Google, Sundar Pichai, enviada no último dia 03 de fevereiro, encoraja a menina a seguir seus sonhos:

“Querida Chloe
Muito obrigado pela sua carta. Fico feliz que você goste de robôs e computadores e espero que você continue aprendendo sobre tecnologia. Acredito que se você continuar trabalhando duro e seguindo seus sonhos, vai conseguir tudo o que tem em mente – desde trabalhar no Google até nadar nas Olimpíadas. Espero receber seu pedido por uma vaga assim que terminar os estudos! :)
Tudo de bom para você e para a sua família”.

Nota: o site Business Insider afirma que um porta-voz do Google confirmou a história como verdadeira.

Disney e YouTube Red cancelam acordos com PewDiePie

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PewDiePie, o maior canal do YouTube com mais de 53 milhões de inscritos – recebeu hoje um alerta do YouTube de que a segunda temporada de seu reality show será cancelada e seu canal removido do serviço premium YouTube Red.

“Decidimos cancelar o lançamento da segunda temporada de ‘Scare PewDiePie’ e estamos removendo o canal PewDiePie do Google Preferred”, disse um porta-voz do Google.

Segundo informações do jornal norte-americano Wall Street Journal, Felix Kjellberg (nome real do YouTuber) havia postado nove vídeos contendo clipes anti-semitas e imagens nazistas.

A publicação afirma que Kjellberg teria pago a um grupo de homens de Sri Lanka para segurar uma placa “Morte a todos os judeus”, enquanto outro vídeo mostrava uma figura vestida de Jesus defendendo Hitler.

A Disney, que também patrocinava o YouTuber, também anunciou que irá cortar laços com o canal PewDiePie:

“Embora Felix seja provocativo e irreverente, ele claramente foi longe demais neste caso e os vídeos resultantes são inadequados”, disse um porta-voz da Disney.

A questão levanta um problema recorrente do YouTube: muitos YouTubers acreditam que seus públicos, formado principalmente por crianças e jovens, teriam a capacidade para entender suas sátiras e, inadvertidamente, acabam passando os limites do bom senso.

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