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Firefox Quantum promete ser 2x mais rápido e consumir 30% menos memória

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A Mozilla começou a divulgar um teaser para o Firefox Quantum, uma nova versão do navegador que será 2x mais rápida e com um consumo de 30% menos memória que o Firefox atual.

“Uma vez que o número de versão – 57 – não pode realmente transmitir a magnitude das mudanças que fizemos, e quanto mais rápido este novo Firefox é, estamos chamando este próximo lançamento do Firefox Quantum”, publicou a companhia.

De acordo com os desenvolvedores, este será um Firefox totalmente novo, que vem alimentado por “mecanismos completamente reinventados e modernizados”.

A Fundação liberou um teste “sincero” que compara o Firefox Quantum com o Chrome. Apesar de rápido, ele ainda perde para o navegador do Google em determinadas páginas.

Firefox Quantum será lançado no dia 14 de novembro e também vai ganhar algumas mudanças em sua interface:

Google e Levi’s iniciam vendas de jaqueta inteligente

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O Google e a marca Levis anunciaram, há mais de 1 ano, uma parceria que visava construir uma linha de “roupas inteligentes” usando a tecnologia do Google Jacquard.

Enfim, após um período de silêncio, as empresas finalmente estão colocando a jaqueta – conhecida como “Levi’s Commuter Trucker Jacket” – à venda nos Estados Unidos.

A jaqueta conta com tecnologia Bluetooth construída diretamente no punho esquerdo. Os usuários podem controlar o volume da música, mudar as faixas ou usar outro gesto para obter direções de navegação do Google Maps.

“Os gestos da jaqueta são totalmente reconfiguraveis: usando o aplicativo Jacquard você pode atribuir gestos para invocar diferentes “habilidades” digitais que foram projetadas especificamente para um estilo de vida on-the-go”, diz o Google.

A tecnologia, que é composta de tecido condutor, funciona sensível ao toque, pressão e até mesmo capaz de identificar a posição de mão antes de tocar no tecido.

O preço da jaqueta ainda não foi divulgado.

Google pode fundir Gmail e Inbox by Gmail em breve

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De acordo com uma imagem em um slide exibido durante uma apresentação recente do Google, o Gmail pode voltar a possuir uma única interface que terá características do atual Gmail e do Inbox by Gmail.

Como você pode visualizar na imagem (acima) que ilustra esta publicação, a nova interface do Gmail para computadores terá traços mais minimalistas e ícones coloridos em seu menu lateral.

Além disso, o novo Gmail contará com réplicas inteligentes, agrupamento inteligente de e-mails e uma opção de adiar mensagens (atualmente disponível apenas no Inbox).

Esta é uma boa notícia para aqueles que acreditam que a interface do Gmail está datada e pesada; e claro, para aqueles que não entendem o motivo do Gmail ter duas experiências diferentes.

Bill Gates troca Windows Phone pelo Android

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Se você acompanha o setor de tecnologia há algum tempo, provavelmente sabe o quão acirrado é a competição entre as empresas e, muito mais, entre os próprios usuários.

Quando Steve Wozniak, co-fundador da Apple, disse que amava seu Android, ele foi esculachado nas redes sociais por suas opiniões. Muitos alegavam que ele havia perdido qualquer credibilidade.

Desta vez, a bola está nas mãos de Bill Gates. Longe das atividades da Microsoft, o executivo ainda é a cara da empresa na qual fundou e foi responsável por sua fortuna avaliada em mais de US$ 80 bilhões.

Em uma entrevista a Chris Wallace, Gates foi questionado principalmente sobre o trabalho dele com a Fundação Bill & Melinda Gates. No final da entrevista, ele falou sobre o relacionamento dele com Steve Jobs e o novo iPhone.

Para a surpresa de muitos, Bill disse que mudou para um telefone Android com “muitos softwares da Microsoft”. É inimaginável pensar que um dia veríamos isto acontecer.

Antes mesmo do Android ser lançado ao público, Bill Gates era cético quanto ao sucesso a longo prazo de softwares lançados pelo Google – principalmente em celulares.

“Eles lançaram cerca de 30 produtos diferentes e têm um produto lucrativo. Então você está agora fazendo uma previsão, sem ter visto o software, que eles terão o melhor celular do mundo e que ainda será gratuito?”, disse na época (2007).

Gates ainda sugeria a ideia de que os produtos do Google “eram bons” somente quando anunciados.

Bom, parece que o jogo virou não é mesmo?

Exclusivo: Google Domains chega ao Brasil

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O serviço do Google para registro e gerenciamento de domínios, o Google Domains, ganhou uma versão em português e já pode ser utilizado no Brasil.

A novidade chega alguns dias após a inclusão de São Paulo como a primeira região do Google Cloud na América Latina – conforme antecipou o Google Discovery na semana passada.

Além da interface totalmente traduzida, a Central de Ajuda do Google Domains também já foi adaptada ao português – incluindo os preços do serviço convertidos na moeda nacional, o Real.

Google Domains cobra o preço fechado de 50 reais pelo registro de domínios .com, .net e .org. Por enquanto, não parece ser possível registrar ou transferir domínios .com.br diretamente pelo serviço.

Em contato com o suporte, o atendente confirmou a possibilidade de utilizar cartões nacionais durante o processo de pagamento:

Você pode tentar registrar o seu domínio em Google Domains se você puder fornecer um cartão de crédito ou cartão de débito suportado (Visa, MasterCard, American Express, Discover e Visa Electron) que tenha um endereço de faturamento associado no Brasil, por exemplo.

Você pode acessar o Google Domains por meio deste link:

Google se torna a busca padrão do Siri, da Apple

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A Apple anunciou hoje que vai trocar o Bing pelo Google em sua no Siri, iOS e Spotlight no Mac para que os usuários possa contar com melhores resultados de pesquisa.

“Alterar para o Google como o provedor de pesquisa na web para Siri, Pesquisar no iOS e o Spotlight no Mac permitirá que esses serviços tenham uma experiência consistente de pesquisa na web com o padrão no Safari”, disse a Apple em nota a imprensa.

“Temos relacionamentos fortes com o Google e a Microsoft e continuamos empenhados em oferecer a melhor experiência de usuário possível”.

A novidade irá afetar os resultados de pesquisa que incluem links e vídeos. Os resultados de imagens permanecerão a ser entregues pelo Bing.

É esperado que o Google pague 3 bilhões de dólares à Apple para permanecer como a pesquisa padrão no iPhone, porém não se sabe se esta mudança estaria conectada a este acordo.

9 anos do Android: conheça a história da plataforma móvel do Google

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Andy Rubin, Rich Miner, Nick Sears e Chris White criaram o Android em 2003, quando co-fundaram a Android Inc., uma empresa que visava desenvolver dispositivos móveis mais inteligentes.

Em 2004, enquanto ainda trabalhava no sistema operacional, Andy Rubin se viu sem dinheiro. A operação estava próxima de ir a falência e os investidores não estavam muito animados com o produto.

Naquele período, Rubin estava próximo de ser expulso do escritório do Android por falta de pagamento. Desesperado, pediu ajuda a Steve Perlman, criador do QuickTime.

Perlman resolveu ajudar o amigo com um cheque de US$ 10.000.  “Eu fiz isso porque acreditei no assunto e queria ajudar o Andy”, disse mais tarde ao ser entrevistado.

Samsung quase comprou o Android

Antes de vender a empresa para Larry Page e Sergey brin, o co-fundador do Android chegou a viajar diversas vezes para Seul, Coreia do Sul, para encontros com um dos maiores fabricantes de celulares da época, a Samsung.

Entre 20 executivos da Samsung, Rubin demonstrou com muito entusiasmo a ideia do Android, mas a única coisa que ele obteve foi silêncio das pessoas que estavam ali.

“Você e que exército vai fazer e criar isso? Você tem seis pessoas. Você está drogado? Foi basicamente o que eles disseram. Eles riam de mim fora da sala de reuniões. Isso aconteceu duas semanas antes do Google nos ter adquirido”, recorda Rubin.

Aquisição pelo Google

No início de 2005, o co-fundador do Google, Larry Page, agenda um encontro com Andy Rubin.

Preocupados com as mudanças no setor de dispositivos móveis, Larry Page e Sergey Brin temiam que a Microsoft pudesse se tornar um problema para o Google.

Depois de ouvir sobre o seu trabalho no Android, Page não apenas aceitou ajudar Andy com um investimento – ele decide que o Google vai adquirir o Android.

O buscador, então, adquiri a Android Inc. por cerca de 50 milhões de dólares e a divisão do Google Mobile nasceu. A equipe de 8 pessoas da Android foi transferida na Mountain View.

Para David Lawee, ex-vice-presidente de desenvolvimento corporativo e hoje responsável pelo Google Capital (“CapitalG”), este foi o “melhor negócio possível” do Google em sua história.

Anúncio e Desenvolvimento

Dois anos depois do Google ter adquirido o Android e cinco meses após o lançamento do iPhone, o Android foi anunciado.

Naquela época, o sistema operacional caminhava a passos lentos. Era visivelmente um concorrente do BlackBerry e funcionava a partir de um teclado qwerty e telas com resolução de 320×240.

O primeiro dispositivo, como você pode ver acima, foi construído pela HTC e não tinha nenhum grande diferencial.

A não ser, é claro, o próprio Android que começava a mostrar uma integração profunda com o serviços oferecidos pela gigante de Mountain View.

Reprojetando o Android

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Quando a Apple mostrou o iPhone em janeiro de 2007, o Google chamou seus engenheiros e precisou “recomeçar de novo” todo o desenvolvimento do Android.

Apesar dos imensos esforços para readequar todo o software, o primeiro dispositivo, o T-Mobile G1, chegou ainda equipado com teclado qwerty e tela capacitiva.

Nexus e Pixel

A manchete “Google Phone está chegando” dominou a blogosfera em 2009 com a ideia de um smartphone Android com a marca Google.

Rumores apontavam que o Google teria interesse em entrar de concorrer com um dispositivo próprio. Muitos foram os rumores e vazamentos naquele período.

No início de 2010, Google e HTC um evento em conjunto: era o lançamento do Nexus One. Um dispositivo que rodava o Android em sua forma pura e com atualizações garantidas.

Além disso, o dispositivo tirava o Android do jardim da infância e tentava impulsionar as fabricantes a seguir inovando em torno da plataforma do Google.

Além do Nexus One, o Google lançou o Nexus S, Galaxy Nexus, Nexus 4, Nexus 5, Nexus 6, Nexus 5x e Nexus 6p. A linha também trouxe tablets e mais tarde set-top boxes.

Em 2016, após vários anos trabalhando com fabricantes parcerias, o Google decidiu por apresentar o Google Pixel – o primeiro “Google Phone” inteiramente construído por seus engenheiros.

Com o objetivo de melhorar e se aproximar da construção do dispositivo, o Google anunciou, há poucos dias, a aquisição da divisão do Pixel na HTC por US$ 1.1 bilhão.

O resto é história. E você, leitor do GD, acompanha toda esta saga conosco desde 2006.

Google Trends confirma que a Apple deixa iPhone mais lento?

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Publiquei ontem no Muito Curioso, nosso blog-irmão, sobre a possibilidade do Google Trends ter revelado uma correlação entre as reclamação de iPhone lento e o lançamento de novas versões do iOS.

No estudo feita pela estudante de doutorado de Harvard, Laura C. Trucco, as tendências de pesquisas do Google mostrariam que a empresa de Cupertino estaria, supostamente, sabotando deliberadamente seus produtos antigos.

Como era esperado, o post deu um rebuliço entre os proprietários da Apple. Estes, por sua vez, alegaram que o estudo com base em pesquisas no Google não poderia ser qualificado como algo científico.

É verdade que visualizar o desempenho das buscas não significa que algo esteja realmente conectado, mas o conhecimento das tendências podem trazer insights importantes.

Em 2011, o Google lançou o Google Flu Trends e, mais tarde, o Google Dengue Trends, que agregavam informações de usuários por meio de Google Search para estimar atividade de gripe e dengue nos anos futuros.

Acima, dados públicos do Ministério da Saúde e as tendências de pesquisa do Google Dengue Trends indicavam uma correlação muito próxima aos indicadores de atividade da dengue tradicionais.

“Comparamos nosso histórico de pesquisas com os sistemas de vigilância tradicionais da dengue e descobrimos que muitas destas consultas tendem a ser populares exatamente durante a época da dengue. Ao contar a frequência com que vemos essas consultas de pesquisa, podemos fazer uma estimativa da circulação da dengue em diferentes países e regiões ao redor do mundo”, explicou o Google.

De fato, o Google Trends é capaz de exibir padrões que podem ter alguma conexão com a realidade e, em muitos casos, até poderia confirmar teorias como a “obsolescência programada” da Apple.

Abaixo, o gráfico do Google Trends para “iphone slow” (“iphone lento” em português). Os picos podem ser vistos em períodos que coincidem com o lançamento de novas versões do iOS.

E você, concorda com o estudo? Já percebeu se seu iPhone fica mais lento a cada atualização?

Google Earth VR recebe suporte para o Street View

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O aplicativo do Google Earth VR recebeu uma atualização para trazer suporte as imagens de rua do Google Street View no ambiente de realidade virtual.

O aplicativo agora permute que os usuários possam transitar entre os modo de visualização de satélite 3D e as imagens em 360 do Google Street View ampliando a experiência de uso.

Para usar o novo recurso, os usuários podem ampliar uma localização usando os controladores VR e olhada diretamente dentro das esferas 360.

Você não será capaz dar uma volta dentro das fotos (quem sabe com as novas câmeras no futuro), mas esta atualização o aproxima um pouco da ideia de um mundo virtual.

Googler explica a utilidade do Google Assistant em fones de ouvido

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O Google apresentou, no meio desta semana, a primeira linha de fones de ouvido com Google Assistant. No entanto, muitos usuários se questionaram: isto é realmente algo útil?

Em resposta, Ian Lake, um engenheiro do Android, publicou no Google+ algumas informações sobre como estes novos dispositivos podem ser úteis no dia a dia:

“Então, se você já usou qualquer fone de ouvido Bluetooth antes, provavelmente viu um botão de “chamada”. Ao pressionar com força esse botão em versões recentes do Android, ele ativa o Google Assistant. Isto não é nada especial, mas estes fones de ouvido fazem muito mais do que isso.

Minha característica favorita pessoal e por que eu prefiro estes fones é o VUI (Voice II) em torno da leitura e resposta às notificações. Enquanto as notificações regulares reproduzirão um toque, como em fones de ouvido normais, esses fones de ouvido podem detectar notificações de mensagens e ler o nome da pessoa.

A partir daí, uma simples batida do botão irá ler a notificação em voz alta (isso funciona com qualquer notificação!). Para notificações de mensagens, você também tem a chance de responder, diretamente dos fones de ouvido pressionando o botão. Não existe a necessidade de dizer “ok google”.

O modelo “push to talk” é surpreendentemente bom em fones de ouvido.

Mesmo quando não há uma notificação, toque no botão Google Assistant para trazer todas as notificações existentes, e sugestões do Google Assistant como seu próximo compromisso do calendário.

Além de dispositivos Android, esses recursos também funcionam quando conectados a dispositivos iOS através do aplicativo do Google Assistant no iOS”.

* Fiz umas pequenas alterações no texto do Ian para melhor compreensão em português.

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