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Descubra como converter imagens para vetores

Por em 18 de novembro de 2007 – 13:40


Lembra daquela foto que você adoraria ter em maior dimensão? Fazer algo parecido exige uma imagem vetorizada, que é um formato gráfico que não tem limitação de tamanho. Existe um novo software online chamado VectorMagic, que poderá transformar imagens regulares em um vetor gráfico. O processo de conversão é normalmente muito rápido, e só lhe questiona algumas perguntas, como:

* Qual o tipo de imagem que você está carregando? Trata-se de uma fotografia, logotipo anti-alias, ou um logotipo não anti-alias?
* Qual é a qualidade da imagem? Será acentuada ou borrada?
* Há menos de 12 cores na imagem original, ou possui mais do que isso?

Feito isso, você poderá fazer o download da imagem vetorizada em uma variedade de formatos, inclusive PNG, SVG, e EPS.

Cinco novas funcionalidades no Gmail

Por em 18 de novembro de 2007 – 12:51

Algumas semanas atrás, o Google começou a disponibilizar gradativamente para seus usuários uma nova arquitetura JavaScript no Gmail, e aproveitou para implantar algumas novas funcionalidades com o objetivo de melhorar a velocidade e a comodidade no gerenciamento do webmail. Abaixo, listamos algumas dessas novas funcionalidades:

Atalho “Arquivo e próximo”
O Google adicionou um “monte de novos atalhos” para o Gmail, para ativa-los em sua conta acesse “Configurações” e selecione a opção respectiva. Após ativa-los, você poderá utilizar simples teclas do teclado para obter uma maior agilidade ao ler seus e-mails. Por exemplo: quando você tiver que ler diversos e-mails, é realmente chato ter de abrir uma mensagem, clicar em “Voltar para a Caixa de Entrada” e, em seguida, selecionar o novo e-mail que deseja ler. Com os atalhos ativados, você pode simplesmente pressionar a tecla “[” para marca-la como arquivo e, em seguida, será aberta a próxima não-lida.

Compartilhe pesquisas dentro do Gmail com amigos
Quantas vezes os seus amigos lhe dizem: “Eu não posso encontrar o e-mail que você me enviou”. Agora você pode provar efetivamente que você enviou essa mensagem, apesar das “acusações”. Tudo que você tem a fazer é uma busca, e quando você achar sua mensagem listada nos resultados, apenas copie e cole a URL para seu amigo. Quando ele ou ela acessar esse endereço, o Gmail vai executar a mesma pesquisa e localizar o e-mail “perdido” imediatamente. Por exemplo, se você quer compartilhar uma pesquisa “Blog Google Discovery”, de modo a localizar informações relevantes sobre o Google e seus produtos, você deve enviar por exemplo a URL: http://mail.google.com/mail/#search/blog+google+discovery .

Navegue pelo histórico do navegador
Seu navegador agora é uma ótima maneira de navegar pelo Gmail. Em vez de ter que encontrar links na página para navegar pela sua caixa de mensagens do Gmail, você pode usar os botões (frente e para trás) do seu navegador para voltar e avançar entre seus e-mails. Você também pode abrir o histórico de navegação e ler diretamente aquele e-mail que você tanto gostou. Esta novidade permite acessar rapidamente alguns e-mails sem ter de voltar a ler sua caixa de entrada. Navegação pelo histórico é algo que muitas vezes não funciona bem na complexidade de uma aplicação como o Gmail, mas o Google tem avançado no sentido de faze-lo funcionar de uma forma fácil e sem erros.

Favorite E-mails
Agora é possível favoritar no navegador aquela mensagem importante com o número de telefone do chefe[que está tirando férias no litoral enquanto você trabalha no feriadão]. Como todos os e-mails agora têm URLs dedicadas, simplesmente adicione a página aos seus favoritos, assim você poderá voltar a mensagem sempre que quiser, assim como você já faz atualmente para acessar o Google Discovery através dos seus favoritos — embora você tenha que inserir suas informações de login do Gmail, caso você não esteja logado.

“Filtre mensagens como esta”
Os filtros devem ser uma das funcionalidades mais úteis do Gmail, mas às vezes, pode ser difícil defini-los rapidamente. Por isso, o Google acrescentou uma nova funcionalidade que cria automaticamente filtros baseado nas mensagens que você estiver lendo para que possa acompanhar o futuro de mensagens semelhantes. Ao clicar no menu no canto superior direito, de todos os e-mails (o triângulo de cabeça para baixo), você pode agora ver a opção de “Filtrar mensagens como esta.” Não apenas você pode facilmente criar um filtro com base no remetente, mas é especialmente útil se você está tentando filtrar e-mails enviados para listas de discussão. Um filtro é automaticamente criado para que você possa se basear na “lista ID” do cabeçalho, que faz um trabalho melhor na localização de e-mails enviados para listas de discussão.

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Yahoo! preparando nova home page?

Por em 17 de novembro de 2007 – 23:04

Hoje ao acessar o site do Yahoo! utilizando o navegador Mozilla Firefox a seguinte página foi exibida:

Ao acessar a mesma página pelo navegador Internet Explorer 7, uma nova home page diferente da original foi exibida no lugar:

Será que o Yahoo! está planejando fazer alterações em sua home page? Lembrando que países como a França já possuem definitivamente o Yahoo! com o visual acima (ou pelo menos semelhante).

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23andMe: Google quer seu DNA

Por em 17 de novembro de 2007 – 17:36


Realmente o Google está interessado em nossos genes: Anne Wojcicki, a esposa do co-fundador do Google, Sergey Brin, está pretendendo lançar sua empresa 23andMe nesta próxima segunda-feira.

A empresa, que possui investimentos do Google, irá expor uma nova forma revolucionaria de como olhamos para nós mesmos, em referência ao passado, presente e futuro.

Por US$999 doláres, você poderá fazer uma varredura completa de DNA revelando sua ascendência, os seus fatores de risco para desenvolvimento de certas doenças, e irá mantê-lo atualizado com os mais recentes avanços médicos que afetam diretamente você.

Você estaria disposto a enviar o seu DNA para uma empresa privada para uma análise completa?

Leia mais: Google investe US$3.9 milhões em startup pertencente à esposa de Sergey

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Audition: torne-se um popstar!

Por em 17 de novembro de 2007 – 17:10

Acabei de receber um convite muito interessante: a Kaizen Games, que fornece suporte de tecnologia ao Second Life, está lançando no Brasil o jogo Audition que permite que você “dance virtualmente” com seus amigos.

Audition é um jogo multiplayer que permite aos participantes disputarem verdadeiras competições de dança, conhecer outras pessoas, bater-papo e personalizar seus avatares completamente.

Para participar desse incrível desafio com muita música, dança e agitação é muito fácil. Basta se cadastrar, baixar o client e começar a se aventurar pelas arenas de dança mais sofisticadas do planeta. Chame seus amigos para competir nas mais diversas modalidades e venha ser o melhor dançarino do pedaço. Com comandos simples, onde você se diverte utilizando apenas as setas direcionais e a barra de espaço de seu teclado. Barbarize com os melhores movimentos e crie sua coreografia. Caracterize seu personagem e o deixe com um estilo único e inconfundível. Torne-se um popstar!

Google Spreadsheets permite criar planilhas com informações atualizadas

Por em 17 de novembro de 2007 – 16:30

Um vídeo de curta duração criado pelo Google demonstra como o Google Spreadsheets pode ser alimentado com dados da web: fatos, informações financeiras, feeds e outros arquivos. Você consegue resultados interessantes quando você usa o resultado de uma função como forma de contribuir para uma outra função. E se você combinar isso com autopreenchimento desenvolvido pelo Google Sets, suas planilhas podem ser povoadas com nomes e palavras relacionadas.

É o suficiente para escrever em uma coluna o nome de dois ou três países da América do Sul e você pode obter o resto dos nomes de países, suas respectivas capitais, ou mesmo a descrição da Wikipédia. Se você publicar a planilha, você pode mostrar os locais no mapa. A partir de uma simples lista de nomes de países você consegue gerar um mapa com suas descrições respectivamente, através de um lista de empresas, o Google Spreadsheets e outras APIs do Google permite que você crie uma planilha com informações detalhadas e precisas.

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Gmail chega a 5GB de armazenamento

Por em 17 de novembro de 2007 – 12:20

O serviço de e-mail do Google alcançou hoje a marca de 5GB (ou 5000MB) de armazenamento, colocando-o à frente do Windows Live Hotmail, da Microsoft.

Será que um dia ele chega no Yahoo! e na AOL, com seus e-mails de armazenamento ilimitado?

Você está usando 597 MB (12%) de 5001 MB no momento.

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O Futuro das Máquinas de Busca

Por em 16 de novembro de 2007 – 23:16


Faz anos que usamos a busca por palavras-chave na Web, mas a última grande mudança no segmento foi quando 2 acadêmicos da Universidade de Stanford desenvolveram o PageRank, um algoritmo que melhorou absurdamente a relevância dos resultados, que depois ajudou a alavancar o Google. De lá pra cá não percebemos o quanto as máquinas de busca evoluíram. Isso deve-se ao fato de que o paradigma continua o mesmo. Continuamos a fazer as buscas da mesma forma. Será que isso pode mudar? Tem como as consultas ficarem mais intuitivas e simples? Será o uso de Processamento de Linguagem Natural a resposta?

Recuperação de Informação (RI) é “a tarefa de encontrar documentos relevantes a partir de um corpus ou conjunto de textos em resposta a uma necessidade de informação de um usuário”. A área de RI tornou-se mais conhecida com o advento das máquinas de busca na Web. Um dos modelos mais conhecidos de RI com esse intuito é o Espaço Vetorial (ou Vector Space Model). Este modelo é, provavelmente, usado por todas as grandes máquinas de busca de hoje, inclusive o Google.

Obviamente, todos estão tentando melhorar os seus algoritmos. Nos últimos anos, a comunidade acadêmica vem apresentando modelos probabilísticos (o Vetorial é algébrico) mais viáveis. O BM25, por exemplo, foi apresentado em vários artigos científicos ganhando em várias condições do modelo Vetorial. Mas quando digo “ganhar”, quero dizer que ele mostra resultados ligeiramente mais relevantes e quando digo Vetorial quero dizer o modelo puro, sem as melhorias que as máquinas de busca com certeza fazem nele.

O Vetorial ainda é o preferido por ser simples de implementar e manter, é só mandar rodar que ele já funciona muito bem. O BM25 e quase todos os outros modelos que fazem frente ao Vetorial precisam ser treinados, parâmetros precisam ser ajustados de tempos em tempos e o parâmetro que serve para um conjunto de páginas pode não servir para outras. Todos esses detalhes são custos a mais para a máquina de busca, tanto em tempo de processamento quanto em dinheiro mesmo. Basicamente, ninguém consegue ganhar do modelo Vetorial no custo/benefício e olha que ele já tem algumas décadas.

Em outra frente de pesquisas, algumas empresas novatas vêm ganhando atenção afirmando poder mudar a forma como fazemos buscas na Web . Entre elas a Powerset e a Cuill já mencionadas aqui. A primeira usa processamento de linguagem natural para receber as consultas e processá-las. Em teoria, uma pesquisa por “Políticos que morreram de câncer” deveria retornar sites que cite políticos com esta distinção e não necessariamente tenham estas mesmas palavras. Eles conseguem fazer isso analisando as palavras e “entendendo” o contexto. Parece complicado? Bastante!

A questão é saber se é possível fazer isso funcionar na Web, com bilhões de páginas e com um vocabulário gigante. A resposta, provavelmente é AINDA não. A empresa chegou a fazer demonstrações, mas sempre com um conjunto de páginas e consultas limitado, não retratando a realidade da Web. O modelo Vetorial implementado numa máquina de buscas consegue responder rapidamente a uma consulta, já o processamento de consulta da Powerset deve ser muito mais complexo e pesado devido à necessidade de “entender” a consulta.

Conversando com pesquisadores e/ou entendidos na área de Recuperação de Informação percebe-se opiniões similares. Existem várias modelos antigos e novos para se fazer uma máquina de busca, alguns deles conseguem “vencer” o modelo Vetorial. Mas estas vitórias acabam sendo tão apertadas que simplesmente não compensam. Por outro lado há a necessidade de diminuir custos na indexação de páginas (coleta e armazenagem). A Cuill investe nisso, e diz ter custos 90% menores aos do Google. Na minha opinião, as chances de esta porcentagem estar certa são baixas. A coleta e indexação de documentos na Web é uma tarefa complexa e muito cara devido ao tamanho da base de dados. Diminuir 90% significa diminuir a ordem de complexidade dos algoritmos usados, o que é uma terefa MUITO complicada.

A tendência é que não haja nenhuma revolução no modo como fazemos pesquisas na Web. Talvez a forma como vemos as respostas mudem. Talvez resultados um pouco melhores. Mas é difícil imaginar que as máquinas de busca vão ficar inteligentes de uma hora para outra, “entendendo” o que escrevemos. Quem sabe daqui a alguns anos? Eu espero.

Referências e leitura recomendada:
Como funciona uma Máquina de Busca?
http://people.ischool.berkeley.edu/~hearst/irbook/
http://www.eps.ufsc.br/teses98/rosina/cap4.html

http://en.wikipedia.org/wiki/Information_retrieval#Model_types


Felipe Hummel, editor do Blog do Hummel, foi convidado por Rômulo Mendes a escrever esta matéria especial para o Google Discovery.

Google lança ferramenta de migração de e-mails do Outlook para o GMail

Por em 16 de novembro de 2007 – 17:45

Google AppsAumenta a briga pelo mercado de aplicativos de escritórios. Um dos problemas enfrentados pelos novos participantes neste jogo é a dominância da Microsoft. Assim, quem entra precisa criar mecanismos de adaptação do legado das pessoas físicas e empresas, sem o que ninguém vai adotar a nova plataforma.

É isto que a Google está fazendo agora. Disponibilizou ontem um API, que permite aos desenvolvedores migrar os e-mails do Microsoft Outlook para o GMail. Quem já teve que transferir um a um, para fazer cópia, sabe o trabalho que dá. Agora, com este API, o trabalho será automático e dará uma arma muito importante à Google na luta pela disseminação do Google Apps.

Alguns parceiros da Google já usaram a ferramenta e parece que os resultados são satisfatórios. A LimitNone, uma empresa de Chicago, especializada em implantação de Google Apps, construiu um aplicativo, o gMove, que permite não apenas migrar e-mails, mas também contatos, tarefas e calendários do Microsoft Outlook para as ferramentas Google Apps.

Esta guerra ainda está apenas no começo. Ficamos agora esperando uma ferramenta de fácil uso para as pessoas físicas não ligadas às empresas, que adotam o Google Apps, que faça esta toda esta migração e também a migração de textos e planilhas gravadas em nosso HD de forma automática.

Parece ser este o caminho natural.

Fonte: eWeek.com

Depois do gPhone-Android, poderá ser a Google Telecom

Por em 16 de novembro de 2007 – 16:52

Nós já havíamos adiantado isto para você. A grande diferença neste momento que agora não estamos mais falando de simples rumores e de apostas de analistas do mercado financeiro, mas de notícia apurada pelo mais respeitado jornal de economia do mundo o The Wall Street Journal.

Em sua edição de hoje, o referido periódico afirmou que o lançamento do Android (que, como já dissemos, é a ponta-de-lança de um conjunto de ferramentas destinadas a permitir que as grandes fábricas apresentem ao mercado smartphones com sistemas operacionais de código aberto) é apenas a ponta do iceberg das pretensões da gigante de mídia no mercado de aparelhos móveis.

Segundo apurou o Journal, as ambições da Google incluem a construção de sua própria rede de comunicações móveis. Para tanto, segundo pessoas familiarizadas com o assunto (aparentemente fontes ouvidas na própria Google) afirmaram que a empresa estaria disposta a pagar USD$ 4,6 bilhões por uma fatia do espectro de 700 Mhz nos EUA, que será leiloado no início de janeiro de 2008.

Espera-se, entretanto, que a oferta poderá ser até muito maior que isto, porque este valor foi publicado oficialmente pela própria empresa em seu Blog de Políticas Públicas. Ora, se a Google está disposta a dizer publicamente o quanto está disposta a pagar pela outorga de licença, ofertando o seu segredo comercial às concorrentes, algumas maiores que ela, é porque está disposta a pagar muito mais que isso, talvez até o dobro disso.

É certo também que ela entrará no leilão, porque levou as autoridades reguladoras dos Estados Unidos a mudar as regras para permitir sistemas de código aberto, leia-se Android. (Gozado… O gPhone não sai da minha cabeça… E acho que da cabeça dos meninos de Mountain View também não…).

Android gPhone telaA empresa terá até o dia 3 de dezembro próximo para se pré-qualificar para o leilão de janeiro e quase ninguém duvida que o fará.

Até agora, nenhuma novidade, exceto ter a notícia sido publicada pelo WSJ.

As informações novas que o WSJ nos traz hoje são que a Google já está testando uma rede sem fio de alta tecnologia em Mountain View, para adquirir experiência, para o caso de vir a criar uma operadora de âmbito nacional nos EUA. Nesta rede, estão usando protótipos de telefones, que usam Android. (Este maldito gPhone me persegue!).

Ainda segundo o WSJ, nos bastidores da gigante de mídia, discute-se a possibilidade de um de dois modelos básicos de negócio para a telefonia celular:

  1. a cobrança de contas de telefonia, como uma operadora tradicional; ou
  2. uso da rede ou fornecimento dos aparelhos total ou parcialmente subsidiados por publicidade.

A segunda opção parece ser uma opção arriscada, mas, como a Google deseja quebrar paradigmas e publicidade é o seu negócio, tem muita gente apostando nesta possibilidade.

Fala-se também que, se a Google conseguir uma faixa de espectro, no leilão de janeiro ela poderá optar por não criar sua própria empresa de telecomunicações (Google Telecom), mas alugar espectro a outra empresa, ou até fazer uma parceria com empresas de Telecom. Tem se falado muito na compra da Sprint, mas poderia não haver uma compra, mas uma parceria estratégica entre as duas. Quanto a isto, somente as duas empresas possuem as informações concretas.

O que há de concreto até agora é que a Google quer mesmo entrar neste mercado, se necessário, tornando-se uma operadora de celulares e banda larga.

Agora está explicado porque ela deixou de comprar empresas: precisa economizar muito, para fazer caixa.

Fonte: Wall Street Journal

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