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Adicione um e-mail não-Gmail à sua conta Google

Por em 21 de janeiro de 2008 – 17:29


Google adicionou recentemente uma nova opção que permite associar um e-mail não-Gmail a sua conta do Google. Com a mudança, o Google pode por exemplo mostrar os convites enviados para o Google Calendar ou qualquer um dos seus endereços.

Segundo o Google Blogoscoped, ferramentas como o Google Docs e outros serviços colaborativos irão provavelmente beneficiar do acesso via e-mail alternativo no futuro. No entanto, você não pode adicionar um outro endereço do Gmail, mas é uma forma prática de integrar uma outra conta de e-mail ao seu Gmail / Google.

Por que a Google não pode adquirir a Yahoo? Por que a Microsoft precisa adquirir a Yahoo?

Por em 21 de janeiro de 2008 – 12:13

Microsoft + Yahoo! - União contra Google - Logo

Quando a Google era uma empresa ainda emergente Terry Semel, então CEO da Yahoo! teria oferecido USD$ 3 Bilhões pela Google, mas o negócio não teria sido fechado, porque Page e Brin teriam pedido USD$ 5 Bilhões. Mesmo assim a Google continuou a prestar serviços de buscas para a Yahoo!, que se manteve focada no mercado de portais. Poucas vezes uma decisão foi tão perniciosa para uma empresa e para toda a concorrência em um setor da indústria. Afinal, ela permitiu que a Google se tornasse a todo poderosa corporação, que é hoje, virtualmente, sem concorrência no campo das buscas de Internet.

Muito se especula sobre a necessidade da Yahoo! se unir à Google, para se manter no mercado. Eu afirmo com segurança: isto não poderia ser permitido pelos órgãos de controle da concorrência e, certamente, não o seria, principalmente pelos órgãos europeus. Por esta razão é que tudo não tem passado de especulações.

Não tenham dúvidas de que a Yahoo! agregaria muito valor à Google. Senão, vejamos:

  1. a Yahoo! tem 11.000 empregados e a Google precisa desesperadamente de profissionais, para poder crescer;
  2. o Yahoo! Search é tão bom quanto o Google Search e seus algoritmos poderiam ser agregados ao da Google;
  3. o Answers é um sucesso, que poderia ser aproveitado pela Google;
  4. todos os serviços de portais da Yahoo! agregariam muito valor à Google;
  5. a carteira de clientes do Yahoo! Mail é extremamente valiosa; etc.

Não vou listar aqui todos os possíveis benefícios para a Google de uma eventual união com a Yahoo!, porque seria muito enfadonho. O que importa aqui é que esta hipotética união acarretaria uma indesejável porque perniciosa condição de competidor monopolista em favor da Google, em prejuízo, não apenas dos anunciantes, mas também e, principalmente, de nós consumidores. Para chegarmos a estas conclusões basta olharmos os números:

MERCADO NORTE AMERICANO DE BUSCAS PELA INTERNET

DEZEMBRO DE 2007

Google

47,3%

Yahoo!

18,5%

Microsoft

10,5%

Ask

5,4%

Time Warner

4,9%

MERCADO MUNDIAL DE BUSCAS PELA INTERNET

OUTUBRO DE 2007

Google

58,5%

Yahoo!

22,9%

Microsoft

9,7%

Ask

4,7%

Time Warner

4,2%

Assim, basta darmos uma breve passada de olhos nos números para vermos que uma eventual união de Google com Yahoo! provocaria, de imediato, um acréscimo na participação da Google no mercado norte-americano de 47,3% para 75,8% e no mercado mundial, de 58,5%, para 81,4%, em prejuízo de uma concorrência, cujo segundo lugar, ocupado pela Microsoft, ficaria na casa de 10%.

Não custa nada lembrar que este aumento repentino viria acompanhado das respectivas verbas publicitárias, do aumento do poder de barganha com os publicitários e com o inevitável desrespeito ao consumidor. Em outras palavras, a Google, por força de sua posição no mercado passaria, naturalmente, a ser evil.

E você quer isso?

Acho que nem mesmo eles querem isso.

Por outro lado, vejo como inadiável a compra da Yahoo! pela Microsoft.

Vários seriam os benefícios para ambas as empresas, para o mercado e para os consumidores. Tentarei discorrer sobre alguns.

Primeiramente, salta aos olhos que ambas empresas unidas criariam musculatura suficiente para brigar com mais força no mercado de buscas (fatia combinada de 39%, contra 47,3% da Google, no mercado norte-americano e participação combinada de 32,6%, contra 58,6% da Google, no mercado mundial). Este acirramento da disputa seria muito bom para a concorrência e também para os consumidores, porque obrigaria a Google a manter a sua velocidade de inovação. Vale lembrar que, a continuar o caminho atual, com a Google mordendo, cada vez mais o mercado de suas concorrentes, logo ela não terá mais motivação para criar novidades para os consumidores. Foi exatamente o que aconteceu com a Microsoft nos mercados de sistemas operacionais, produtividade e, principalmente, navegadores. Não interessa a nenhum consumidor assistir a este filme de qualidade discutível, cujo final já conhecemos.

Vale lembrar que esta negociação precisa ser feita antes que a Google se una definitivamente à DoubleClick, quando, então, poderá ser muito tarde. Esta decisão deverá acontecer até o final de março de 2008, quando a Comunidade Européia dará a palavra final. Eles são mais rigorosos que os americanos, mas não há sinais evidentes de que vetarão a compra.

Além deste fator principal, temos os seguintes serviços Yahoo!, que poderiam agregar muito valor à Microsoft:

  1. search;
  2. vídeo;
  3. shopping;
  4. answers;
  5. autos;
  6. finance;
  7. games;
  8. groups;
  9. hotjobs;
  10. mobile web;
  11. movies;
  12. travel;
  13. yellow pages;
  14. web mail;
  15. messenger;
  16. maps etc.

A integração das plataformas seria complexa e ambas teriam que cuidar para evitar manter o pensamento de que os portais é que são a grande fonte de publicidade na web, mas ambas as empresas têm mais em comum que a Google e a Yahoo!.

E não se diga que a Microsoft não poderia compara a Yahoo! porque ela sim é monopolista. Em verdade, este argumento é enganoso, porque ela domina os mercados de navegadores, sistemas operacionais e aplicativos de produtividade, mas perde feio no mercado de buscas na Internet. Assim, não haveria qualquer incompatibilidade nesta aquisição.

No mercado norte-americano já se fala abertamente na possibilidade de esta união ocorrer nos próximos meses.

Aqui no Brasil, uma fonte ligada a uma das empresas envolvidas na união confirmou ao Renê Fraga, editor deste blog, que as negociações estão bem evoluídas e o resultado poderá ser apresentado em pouco tempo.

Fiquemos atentos.

Ah! Se o negócio com a Yahoo! não der certo, vale lembrar que a Ask está aí e é muito competente. Ouviu, Microsoft?

Descubra como criar Temas para iGoogle

Por em 21 de janeiro de 2008 – 9:15


IgThemer é uma ferramenta online que permite criar automaticamente Temas para o iGoogle usando a nova API. Você pode customizar diversas características do Tema utilizando para isso um simples formulárioe, em seguida, clique em “Criar” para finalizar.

Uma outra solução interessante é a possibilidade de editar o tema diretamente no iGoogle e ver as alterações em tempo real. Basta ir ao iGoogle, copie este código e cole-o na barra de endereços.

Fonte: Google Operating System

Google Research planeja repositório de informações científicas

Por em 20 de janeiro de 2008 – 14:50

Google informou recentemente que está preparando para lançar um enorme repositório de informações sobre ciência em research.google.com.

O projeto, conhecido internamente como “Palimpsest” irá se tornar um centro aberto de terabytes de dados científicos construído sobre a tecnologia de visualização de dados Trendalyzer.

De acordo com um relatório da Wired, o armazenamento será livre para todos os cientistas, o acesso aos dados será gratuita para os usuários e o novo site terá caracteristicas de anotação e comentários como o layout do YouTube.

Dois conjunto de dados armazenarão 120 terabytes de dados dos telescópios Espaciais Hubble e imagens do Archimedes Palimpsest.

Fonte: TechCrunch

eSolar: bom para a Google. Bom também para o Brasil?

Por em 18 de janeiro de 2008 – 15:58

eSolar - usina termelétrica movida a energia solar - tecnologia emergente - recebeu investimentos da fundação Google.org em 17/01/2008

Ontem, quinta-feira, a fundação Google.org, o braço filantrópico da Google Inc., anunciou diversos investimentos. O principal se refere a medidas destinadas à redução da pobreza em países pobres, conforme já anunciado aqui pelo Renê Fraga. Pouca visibilidade pelo mundo o anúncio de investimento de USD$ 10 milhões na startup eSolar, que desenvolve e produz usinas termoelétricas a vapor, movidas a energia solar.

Vale lembrar que não se trata de produção de energia fotovoltaica, que já tem investimentos da Google e até uma usina em sua sede, em Mountain View, esta construída pela El Solutions. Trata-se, sim, de produção de energia elétrica a partir do aquecimento de fluidos (provavelmente água), por meio de luz solar, para acionamento de turbinas elétricas, tal como em uma térmica comum.

O site da eSolar promete construir usinas térmicas a energia solar e, portanto, livres de emissão de gases do efeito estufa, com a potência de até 500 MW (quinhentos megawatts).

Ao ler as especificações do projeto, fiquei pensando: não seria esta uma boa solução emergencial para a atual crise energética brasileira?

Como é de conhecimento geral, estamos à beira de um racionamento de energia elétrica gerado por quatro fatores básicos:

  • falta de investimentos em usinas hidrelétricas;
  • incertezas e carências quanto ao fornecimento do gás natural boliviano;
  • baixo regime de chuvas neste verão; e
  • crescimento econômico.

É urgente que o Brasil faça investimentos em energia elétrica.

Parte das térmicas de contingência já foram colocadas em funcionamento. Algumas usando gás natural, em prejuízo da indústria e outras sendo convertidas a óleo. Mesmo assim, não há certeza se a quantidade de energia disponível para a produção de eletricidade será suficiente.

Fiz uma pesquisa na Internet e descobri que o Brasil possui aproximadamente 50 usinas termelétricas (aqui não contadas as térmicas movidas a energia nuclear do complexo de Angra dos Reis). Todas produzem, quando em operação, entre 20 MW (Pitanga – PR) e 750 MW (Termosul – RS e Carioba – SP). Assim, no geral, se encontram na faixa de atendimento das usinas térmicas movidas a energia solar.

A nova tecnologia tem como vantagem não queimar combustíveis fósseis, não dependendo, portanto, de fornecedores incertos, produtos caros e poluentes, além de estarmos em um país de forte incidência de raios solares durante todo o ano. Certamente, ficaria muito cara a construção das usinas, mas não teríamos os custos de queima de gás, carvão ou óleo.

Esta tecnologia parece ser competitiva também se comparada à produção das PCH’s (pequenas centrais hidrelétricas) e centrais atômicas, ambas tidas como soluções para o problema energético. A título de exemplo, a Revista Exame do dia 31/12/2007, em sua página 19, trouxe um informe publicitário do grupo Energias do Brasil, na qual comemora a inauguração da PCH de São João, em Castelo – ES, com a capacidade de 26 MW, na qual foram investidos R$ 90 milhões. No que tange à energia nuclear, vale lembrar que a usina atômica de Angra III deverá produzir 1.359 MW a um custo de construção de USD 8.5 Bilhões. Poder-se-ía, facilmente, substituir a usina de Angra III por três usinas térmicas a energia solar, com as vantagens de ser uma energia totalmente limpa e uma construção muito mais rápida.

Se nós construíssemos uma usina térmica a energia solar de 500 MW em cada Estado Brasileiro e algumas a mais nos Estados mais populosos, resolveríamos, em 5 anos, o problema energético nacional, sem agredir o meio-ambiente.

É claro que esta tecnologia ainda precisa ser testada, antes de ser usada em escala, mas precisamos ficar atentos.

Comentários (7) Categorias: Google

Google Zeitgeist Brasil: Dezembro/2007

Por em 18 de janeiro de 2008 – 14:58


Natália Guimaraes, a Miss Brasil 2007, marcou presença entre os termos que mais cresceram em buscas no último mês de 2007.

Abaixo estão as palavras que foram destaque em dezembro de 2007 no Google Brasil:

  1. natalia guimaraes
  2. 89 fm
  3. itatiaia
  4. neji hyuuga
  5. anne geddes
  1. rachel bilson
  2. exalta samba
  3. cartões natalinos
  4. arnold schwarzenegger
  5. Jamie Lynn Spears
  1. mercosul
  2. jornal do brasil
  3. manaus
  4. madagascar
  5. livia andrade

Descubra as palavras mais buscadas em todo o mundo no Google Zeitgeist.

Blogger In Draft: Blogger torna-se fornecedor de OpenID

Por em 18 de janeiro de 2008 – 9:27


Após permitir comentários por meio de uma OpenID, o Blogger agora é um fornecedor de OpenID. Para usar qualquer blog como uma identidade OpenID, você precisa apenas marcar “Ativar OpenID para blogs” no seu perfil do Blogger In Draft e aguardar as definições.

Quando você efetuar login em outro site, você será levado de volta ao Blogger para confirmação do seu domínio.

Fonte: Blogger In Draft

Google.org irá investir US$ 25 milhões em filantropia

Por em 18 de janeiro de 2008 – 9:15

Google.org, o braço filantrópico do Google, anunciou ontem investimento de 25 milhões de dólares que irá promover melhorias na educação, saúde, urbanismo e meio ambiente em países em desenvolvimento.

Segundo a IDG Now!, “as ações do Google.org se concentrarão em três novas iniciativas anunciadas nesta quinta e duas anteriormente já reveladas – a RE<C, que pretende investigar novas formas de geração de energia além do carvão; e RechargeIT, maneira de incentivar o desenvolvimento e adoção de veículos elétricos híbridos”.

Google aloca US$10 milhões e promove competição de aplicativos para o Google Android

Por em 18 de janeiro de 2008 – 9:00


A corrida para desenvolver aplicações para a nova plataforma móvel Google Android está  oficialmente aberta após correção do sistema “cross-platform bugs’.

Google alocou US$10 milhões para a competição que foi dividida em duas partes. Nesta primeira fase, os interessados deverão se inscrever até 3 de março e distribuirá no total de US$ 5 milhões em prêmios.

A competição do Google Android é projetado para gerar diversos aplicativos, e não apenas alguns bons, o prêmio total disponível para qualquer participante será de $275,000.

O Google dará ênfase a interface e usabilidade da aplicação, não apenas na funcionalidade. Para que o Google Android tenha êxito, os aplicativos devem ter uma interface equivalentes ou melhores do que o iPhone (que é o padrão ouro de interfaces visuais e usabilidade no momento).

Fonte: APC

Yahoo! começa a implementar OpenID

Por em 17 de janeiro de 2008 – 12:02


Na semana passada comentamos aqui no Google Discovery que o Google, IBM e VeriSign poderiam aderir a fundação OpenID. Hoje, o Yahoo! anunciou que está migrando 250 milhões de IDs de usuários a plataforma aberta que permite uma única identidade digital através da Internet.

Segundo o Yahoo!, o serviço em versão beta pública estará disponível no dia 30 de janeiro e permitirá aos usuários autenticar em mais de 9000 sites compatíveis com OpenId utilizando suas IDs do Yahoo.

Yahoo também estará integrando o recurso Sign-In Seal, uma mensagem ou imagem secreta que irá ajudar a proteger a conta do usuário em caso de phishing – o recurso é largamente utilizado pelas instituições financeiras e se destinam a reduzir as ações de roubo de senhas e informações pessoais.

Fonte: TechCrunch