Taxa sobre o Google gera polêmica na França
Escrito por Lucas Jim em 7 de janeiro de 2010 – 21:41
Mais uma notícia estranha para o Google:
A França quer compensar a "indústria criativa" cobrando taxas sobre o lucro em anúncios de empresas como o Google. A alegação é que a indústria criativa sofreu consideravelmente com a revolução digital e as taxas recolhidas sobre a receita de publicidade do Google apoiariam o setor criativo daquele país.
Outros gigantes da internet como Microsoft, AOL, Yahoo e Facebook, também se enquadrariam nessa taxa.
Os favorecidos pelo tributo seriam principalmente jornais, portais de cultura e artistas na internet.
A comissão que cuida do assunto já entregou a proposta ao ministro da Cultura da França, Frederic Miterrand.
Artigos relacionados no Google Discovery
Translate this article to English using Google Translate

Mais Artigos
4 Comentários até o momento
Eu simplesmente deixaria de indexar todo o conteúdo da França por um dia para eles verem se rola.
Escrito por Alex Ribeiro em 7 de janeiro de 2010
Assim como na Revolução Industrial, os artesãos se tornaram obsoletos, nesta Revolução Digital, muitas empresas também o serão. Não adianta tentar salvar, já estão fadadas ao esquecimento.
Escrito por Fellipe em 8 de janeiro de 2010
"A alegação é que a indústria criativa sofreu consideravelmente com a revolução digital e as taxas recolhidas sobre a receita de publicidade do Google apoiariam o setor criativo daquele país."
Qual setor especificamente? Só se for o pessoal que vende musica naqueles discos redondos de plástico. Por que de resto, nunca se viu tanta diversidade de informação em cultura em toda a história da humanidade.
A interntet é anarquica, criativa e inovador.Meia dúzia de burocratas gordos e lerdos numa sala com ar condicinado, porém lotados de grana podem fazem todo o progresso de uma era ir por agua abaixo.
Escrito por Léo Lima em 8 de janeiro de 2010
Eu simplesmente deixaria de indexar todo o conteúdo da França por um dia para eles verem se rola. [2]
Escrito por Alberth em 10 de janeiro de 2010