Google nega descoberta da ilha submersa de Atlântida

Diferente das afirmações feitas pelo jornal The Sun, o Google negou hoje que os possíveis vestígios encontrados por um engenheiro britânico não se trata da mítica civilização, mas de um processo de um “moderno mapa do solo oceânico”.
<< O jornal “The Sun” publica hoje em capa a suposta descoberta do engenheiro aeronáutico Bernie Bamford, com o uso do Google Ocean (parte do Google Earth) do que pareceria ser a ilha de Atlântida, mencionada pela primeira vez pelo filósofo grego Platão (427-347 a.C.).
O “Sun” afirma que, a julgar pela imagem do Google Ocean, a suposta civilização que afundou há quase 12 mil anos – segundo o relato de Platão – se encontraria no oceano Atlântico, 965 quilômetros ao oeste das ilhas Canárias, a uma profundidade de 5,6 quilômetros. >> Reportou a Agência de Notícias EFE.
“O que os usuários estão vendo são artefatos do processo de coleta de dados” explicou o Google ao esclarecer que as imagens são plantas deixadas por navios enquanto recolhem dados para elaborar um mapa do fundo oceânico.
Artigos relacionados:

[...] Tudo não passava de plantas deixadas por navios enquanto recolhem dados para elaborar um mapa do fundo oceânico, dica do Doug Tags: achado, [...]
[...] olha aqui. E o Google já desmentiu, dizendo que a foto é real mas que isso não é Atlântida, não. Mas pensa comigo – isso é óbvio, né? O Google não poderia confirmar e passar como doido. Pra [...]